| | Catarina Gomes NextBolsa cgomes@marketware.pt Análises Financeiras:
(2006-12-20) BCE agirá perante novos sinais de inflação Jean-Claude Trichet avisou hoje, no discurso que proferiu no Parlamento Europeu que o Banco Central Europeu agirá de forma atempada e firmemente perante sinais de um agravamento da pressão inflacionista.
Embora tenho reafirmado o cenário de robustez na tendência de crescimento económico, o presidente do BCE deixou claro à Comissão da Economia do Parlamento Europeu que irá adoptar medidas de política monetária para garantir a estabilidade dos preços na região.
Sinalizando esta possibilidade – de novos aumentos nas taxas de juro – Trichet advertiu para um agravamento da taxa de inflação na economia dos Doze no início de 2007.
Apontando riscos ascendentes de pressão inflacionista, o responsável da autoridade monetária citou o preço do petróleo, liquidez no sistema bancário a par do aumento do custo do dinheiro e política salarial.
Em consequência deste discurso de Jean-Claude Trichet e com as expectativas de um novo aumento das taxas de juro no início do próximo ano, o euro está a valorizar face ao dólar cotando neste momento 1.3225 dólares, contra os 1.3196 dólares no fecho de ontem.
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(2006-12-15) Índice PSI 20 ultrapassa barreira dos 11.000 pontos. O Índice PSI 20 ultrapassou, hoje, pela primeira vez desde Fevereiro do ano de 2001, a barreira psicológica dos 11000,00 pontos.
Este facto deve-se em muito aos movimentos de consolidação e novos negócios que animam a negociação bolsista.
O índice português esteve num mínimo de 10.949,20 e já atingiu um máximo de 11.091,90.
Neste momento, às 15h20m, o PSI 20 segue com uma cotação de 11.068,40.
O BCP é o título que mais tem estado a impulsionar a bolsa nacional com um ganho de 4.18% para os 2.74€. O banco liderado por Paulo Teixeira acumula ganhos pelo quarto dia consecutivo.
O banco está a beneficiar dos rumores relativos a uma possível oferta publica de aquisição (OPA), depois do BPI ter anunciado que pretende alienar 7.2% da participação que detém no BCP.
Outro título que está também a impulsionar o PSI 20 é a Cimpor que se encontra, neste momento, a valorizar 2.15% para uma cotação de 6.19€, embora tenha já atingido valores na ordem de 6.24€.
O título que aparece em terceiro no ranking dos 11 títulos que estão em terreno verde é a Sonaecom que segue a ganhar 1.20% para uma cotação de 5.06€.
A impedir maiores ganhos está a Jerónimo Martins com a maior desvalorização dos 20 títulos, perdendo 0.83%, para cotar 16.76€. Também a desvalorizar, mas na ordem dos 0.53% estão a Sonae Ind. e a Brisa. A primeira está com uma cotação de 7.50€ e a última com uma cotação de 9.35€, depois do presidente desta empresa, em entrevista ao Jornal de Negócios, ter descartado a hipótese de uma OPA sobre a concessionária de auto-estradas.
A Mota Engil, o BPI e a Altri fazem parte deste grupo que opera em terreno negativo.
Com valores inalterados estão a Sonae SGPS, depois de já ter estado a valorizar 0.67%, a Pararede e a Cofina.
Segundo uma análise técnica do Informação de Mercados Financeiros (IMF), o PSI 20 deverá terminar o ano com uma valorização de 30%, encerrando em torno dos 11.250 pontos.
Regra geral “o final do ano é estatisticamente positivo para as bolsas” afirma Gil Araújo, analista técnico do IMF. Acrescenta também que “o início do ano surge como complicado para a tomada de mais-valias”.
Adianta ainda que em Portugal existem duas operações importantes para a Bolsa que estão pendentes. Trata-se das OPA da Somaecom sobre a Portugal Telecom e do Banco Comercial Português sobre o BPI. Estas operações “poderão levar os fundos a fazer uma reestruturação das suas carteiras, o que pode trazer volatilidade e normalmente na bolsa nacional significa no sentido das vendas”, o que quer dizer, no sentido descendente
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(2006-12-13) Zona Euro deverá ser a região que menos crescerá até 2008. Segundo as previsões do Banco Mundial divulgadas hoje pela agência Lusa, a Zona Euro, de que Portugal faz parte será a região com um menor crescimento nos próximos dois anos.
Nas “Perspectivas Económicas Globais”, o Banco Mundial estima que os países do euro terminarão o ano de 2006 com um crescimento médio de 2.4%, prevendo depois uma desaceleração em 2007, para os 1.9% e a manutenção deste ritmo em 2008.
Estas taxas de crescimento são inferiores as previstas para o conjunto de países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos (OCDE), que deverá evoluir 3% este ano, cair para uma taxa de crescimento de 2.4% em 2007 e voltar a aumentar o crescimento para 2.7% em 2008.
De acordo com estas previsões, os Estados Unidos da América também crescerão mais do que a Zona Euro, a um ritmo estimado de 3.2% este ano, 2.1% em 2007 e subir para uma taxa de crescimento de 3% em 2008. O mesmo acontecerá com o Japão que deve chegar ao final deste ano com uma taxa na ordem dos 2.9%, abrandar o crescimento em 2007 para um taxa de 2.4% e voltar a acelerar para os 2.5% em 2008.
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(2006-12-04) Euro atinge novos máximos relativamente ao iene e corrige face ao dólar. A moeda da Zona Euro atingiu esta manhã um novo máximo no câmbio face ao iene e face ao dólar o euro registava uma ligeira correcção técnica.
Esta “marca” foi atingida perante as expectativas dos investidores de que o Banco Central Europeu vai aumentar os juros a um ritmo superior ao do seu homólogo nipónico.
Uma sondagem publicada hoje pela Bloomberg, em que foram entrevistados 41 economistas, sugere uma nova subida nas taxas de juro do BCE para os 3.5%, aumentando assim, um quarto do ponto percentual.
A confirmar-se o aumento, que poderá acontecer já na próxima quinta feira, este será o sexto no espaço de um ano.
Até Março de 2007, as previsões apontam para uma subida adicional para os 3.75%.
Na semana passada o euro atingiu um máximo de 20 meses face ao Dólar, perto dos 1.34 dólares, depois de ter sido revelado mais um indicador económico desfavorável para a maior economia do mundo. O Índice do Institute of Supply Management (ISM) veio anunciar que a industria norte-americana registou a primeira contracção no espaço de 3 anos.
Hoje e relativamente ao dólar, o euro regista uma ligeira correcção que se prende com factores técnicos, deslizando 0.12% para os 1.3320 dólares.
No que diz respeito à moeda japonesa, o iene cotou hoje 154.18, o nível mais baixo desde Janeiro de 1999, altura da introdução da moeda única.
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(2006-11-27) Bolsa Nacional contraria tendência negativa das bolsas europeias A bolsa de valores nacional, contrariando as suas congéneres europeias, mantém a tendência positiva que se verifica desde o início das negociações.
O principal índice nacional, avança a uma hora do fecho para os 10620.90 pontos, a valorizar 0.05%.
É de referir que, muito provavelmente, este ano será o melhor período da Bolsa desde 1997, quando o índice PSI 20 valorizou ao longo do ano 71.06%.
A impulsionar a bolsa portuguesa está a EDP, que soma 1.13% para os 3.57€, aliviando da quebra de 1.4% acumulada na semana passada e também do anúncio da sua participada no Brasil, a EDB, que quer duplicar a actual capacidade de geração eléctrica no mercado brasileiro num período médio de até quatro anos.
Além da EDP, a impulsionar o PSI 20 estão a Brisa e a Sonaecom, a valorizar 0.58% e 0.39% para cotar, respectivamente, 8.65€ e 5.14€.
A contrariar a tendência positiva está a Impresa com a maior desvalorização dos 20 títulos componentes do índice, a perder 1.34% para uma cotação de 4.43€. A destacar também pela negativa estão a Mota Engil e a Cimpor a descer 1.32% e 0.87%, respectivamente. Neste momento, a Mota Engil está com uma cotação de 5.22€ e a Cimpor com 5.68€.
No sector da Banca e embora o BCP já tenha estado bastante positivo neste momento encontra-se com uma variação nula e a cotar 2.55€. O BPI encontra-se também neste grupo dos inalterados e está com uma cotação de 5.91€. O BES está a cotar 12.94€ perdendo 0.31%.
Como já foi referido a bolsa lisboeta contraria a tendência negativa das restantes praças europeias que voltam hoje a ser penalizadas pela valorização da moeda europeia que segue a cotar acima de 1.31 dólares, provocando a queda dos títulos das companhias que dependem das exportações para os Estados Unidos da América.
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(2006-11-16) Mês de Outubro marcado pelo abrandamento da Inflação em Portugal e na Zona Euro. Segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística, a taxa de variação homóloga do indicador da inflação em Portugal, situou-se nos 2.7%, no mês de Outubro o que representa uma diminuição de três décimas do ponto percentual, relativamente ao valor observado em Setembro deste ano.
O Índice de Preços do Consumidor (IPC) apresentou uma variação mensal de 0.1%, um valor inferior em 0.4% ao observado em Outubro do ano anterior.
Se tivermos em conta o índice total exceptuando os preços dos produtos alimentares não transformados e energéticos, verificamos uma variação homóloga de 2.8%, uma décima do ponto percentual superior ao valor registado pelo IPC.
O INE salienta o facto de esta ser a primeira vez desde Maio de 2004 que a taxa de variação deste indicador é superior ao do IPC.
No que diz respeito à variação mensal, a componente Vestuário e Calçado registou a variação positiva mais significativa (3.1%), reflectindo em termos de evolução de preços médios o aparecimento da colecção Outono/Inverno e a reposição de stocks que, tradicionalmente, acontece a partir de Setembro. Esta classe contribuiu, assim, com cerca de 25% da variação mensal registada pelo IPC.
É de destacar, também, a variação verificada na classe da Educação (2.8%) que, tendo um carácter sazonal, foi influenciada pela actualização do valor das propinas nos diversos tipos de ensino.
Ao contrário destas, a classe dos Transportes teve uma variação negativa de 1.5%, sendo explicada pela diminuição do preço dos combustíveis, consequência da baixa do preço do petróleo.
A variação média dos últimos doze meses do índice geral manteve-se em 3.1%. O Índice Harmonizado dos Preços do Consumidor (IHPC) português registou um variação de 2.6%, face a Outubro do ano anterior.
Ainda segundo o INE e relativamente ao IHPC, este teve uma evolução nula entre Setembro e Outubro de 2006.
No que diz respeito à Zona Euro e segundo dados divulgados pelo Eurostat, a inflação anual, em Outubro abrandou para os 1.6%, comparativamente aos valores de 1.7% verificados em Setembro.
Os valores apresentados ficam, mais um mês abaixo do limite estabelecido pelo Banco Central Europeu de 2%, o que deixa antever que a autoridade monetária poderá optar por manter a taxa de juro nos 3.25% por mais algum tempo.
É de referir que a inflação, na Zona Euro, no mês de Outubro do ano passado apresentava valores de 2.5% e a inflação mensal foi de 0.1%.
O Eurostat divulgou também que a inflação na Europa dos 25 fixou-se nos 1.8%, no mês em análise, o que representa um abrandamento relativamente a Setembro, altura em que este indicador apresentou valores de 1.9%.
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(2006-11-08) Comissão Europeia adverte Portugal quanto ao défice orçamental De acordo com as previsões económicas do Outono conhecidas na passada segunda-feira, dia 6, e pela voz do Comissário Europeu da Economia e Finanças, Bruxelas acredita que Portugal consegue cumprir a meta do défice orçamental no corrente ano, (4.6% do Produto Interno Bruto), mas antecipa que o desequilíbrio será maior do que o previsto em 2007 e 2008.
“Portugal continuará a ter um défice bem acima dos 3% até 2008, a não ser que se adoptem novas medidas estruturais e que sejam aplicadas nos próximos meses”, avisa Joaquin Almunia, durante a conferência de Imprensa, em Bruxelas.
A Comissão Europeia prevê um défice de 4% do PIB em 2007 e de 3.9% em 2008, enquanto que as estimativas nacionais são de 3.7% e 2.6%, respectivamente.
Embora Bruxelas admita que Portugal está a seguir o bom caminho para conseguir cumprir os objectivos traçados até 2006, salientando as “adaptações orçamentais muito rigorosas”, a “determinação política” e o cumprimento das medidas anunciadas pelo Governo, afirmando mesmo que as autoridades portuguesas “estão de parabéns pelo esforço levado a cabo”, existe ainda a necessidade de tomar medidas adicionais e continuar a aplicar as medidas actuais.
Segundo Almunia, ainda é prematuro ter como certeza o cumprimento dos objectivos traçados para 2007, uma vez que há medidas anunciadas e em aplicação cujos resultados ainda não são conhecidos e o Orçamento de Estado para esse ano ainda está a discutido, mas existe a convicção que ainda é possível cumprir aquilo que Portugal assumiu como compromisso perante os outros Estados membros, se tiver em consideração esta análise e “conselhos” lançados pela Comissão Europeia.
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(2006-10-30) Principais Praças Europeias iniciam a semana em terreno negativo Esta segunda-feira foi marcada pelos valores negativos dos principais índices europeus, justificados em grande parte pelas quedas nos sectores petrolíferos e de resultados de empresas na área da banca e do consumo.
Em Londres, o índice FTSE 100 abriu a perder 0.52%. Neste momento, já atingiu valores negativos na ordem dos 0.65%.
Na bolsa de Frankfurt, o Dax iniciou a sessão com uma desvalorização de 0.84%, face ao fecho da última sexta-feira. Nesta altura, embora com uma recuperação significativa, continua a operar em terreno negativo com uma perda de 0.34%.
O índice de Paris, depois de uma desvalorização de cerca de 0.7% na passada sexta-feira, abriu hoje a perder 0.8%, não tendo manifestado ainda qualquer indício de recuperação.
Em Madrid, o IBEX 35, após o período de normalização de ordens à bolsa, segue com uma variação negativa de 0.35%, depois de recuperar de uma desvalorização que chegou aos 0.75%.
Em Lisboa, O PSI 20 abriu em baixa, evidenciando uma variação negativa de 0.18%, com 10559.90 pontos. Neste momento, o índice português segue a perder 0.28% descendo para os 10540.20 pontos.
A contribuir para este resultado negativo estão doze títulos, que operam no vermelho e três mantêm-se inalterados. Apenas 5 títulos estão em terreno positivo. Deste grupo é de salientar a Jerónimo Martins que atingiu hoje valores máximos e continua a valorizar 0.66%, chegando a uma cotação de 15.15€. O BES também está a ganhar 0.40%. Com valorização igual está a Sonae Industria que atinge uma cotação de 7.51€ por acção, no dia em que foi anunciado um lucro na ordem dos 26,5 M€ alcançado até ao final do terceiro trimestre.
A Sonae Com está a perder 0.19% para uma cotação de 5.22€ e a Sonae SGPS mantém-se inalterada.
Também do vasto grupo de títulos que seguem a perder fazem parte a EDP, com uma desvalorização de 1.39%, a Galp, com uma perda de 0.66%. A PTelecom e a PT Multimédia estão com uma variação negativa de 0.10% e 0.21%, respectivamente.
A liderar este grupo, com uma perda de 4% está a Pararede.
A atenção do mercado nacional, no início desta semana, está virada para os resultados das empresas do universo Sonae e também para o início do período de pré-registo das intenções de investimento na OPV da Portucel. Na 3ª fase de reprivatização da empresa, o Estado colocará no mercado 25.7% do capital social do Grupo controlado pela Semapa.
A nível europeu, nesta semana, além da expectativa sobre uma eventual decisão de politica monetária pelo Banco Central Europeu, os investidores dos mercados internacionais continuarão a ter resultados de vários sectores como o da banca, das TMT (Telefónica, Viacom, Vericon) e do sector do consumo.
No lado dos indicadores macroeconómicos, a semana trará dados sobre a economia norte-americana e resultados dos inquéritos mensais de conjuntura da União europeia, os quais sairão com previsões da inflação de Outubro.
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(2006-10-23) Lucro do BPI sobe 38.3% até Setembro. Segundo um comunicado emitido e divulgado hoje pelo Banco Português de Investimento, entre Janeiro e Setembro, o banco registou um resultado líquido consolidado de 218.1 milhões de euros. Em período homólogo de 2005 este resultado tinha-se ficado pelos 157.7 milhões de euros, o que corresponde a uma subida de 38.3%.
O lucro líquido por acção (Basic EPS) ascendeu a 29 cêntimos, mais 38.7% comparando com os valores alcançados no mesmo período do ano passado e a rentabilidade dos capitais próprios (ROE) atingiu os 23.5%.
O produto bancário consolidado, indicador que equivale ao volume de negócios no sector, cresceu 10.4%, atingindo os 728.1 milhões de euros. No que diz respeito às suas principais componentes, a margem financeira aumentou 5.7%, chegando aos 427.6 M€, enquanto que no ano passado atingiu os 404.5 M€. É de salientar que o mercado apontava para uma margem a variar entre os 408 e 428.7 M€.
As comissões aumentaram 10.4% e os lucros em operações financeiras subiram 37.8%.
Os recursos totais de clientes cresceram para os 21.675 M€, 11.5% relativamente a Setembro de 2005, reflexo dos crescimentos dos depósitos, mais 16% e dos recursos captados através de seguros de capitalização geridos pelo BPI Vida (12.7%), ambos na actividade doméstica. Quanto ao BFA, em Angola, o aumento da carteira de recursos de clientes foi de 58%.
A carteira de crédito registou um crescimento de 13.8% e o crédito a empresas, na actividade doméstica cresceu 19.6%.
No que diz respeito ao crédito a empresários e novos negócios, este cresceu 12.5% e o crédito à habitação aumentou 8.1%.
A carteira de crédito do BFA também continua a apresentar um forte crescimento chegando a uma variação positiva de 68%.
Relativamente ao rácio de custos de estrutura em percentagem do produto bancário situou-se em 58.6%. Registou-se uma subida destes custos de 11.7%, especialmente influenciadas pela expansão das redes de balcões em Portugal, de 516 para 548 e em Angola de 40 para 55.
No comunicado o BPI informa que pretende abrir 30 balcões em Angola no próximo ano expandindo a sua rede aos 100 balcões. Em Portugal, Fernando Ulrich quer abrir 80 novas agências e 8 centros de investimento.
Quanto ao número de clientes, este aumentou 32%, de 216 mil para 284 mil.
Nos primeiros nove meses deste ano, a base de clientes foi acrescida de 54 mil novos clientes, em termos líquidos, o que representa um crescimento de 23% face a Dezembro de 2005.
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(2006-10-20) Praça portuguesa acompanha a tendência da Europa e segue em terreno positivo No último dia da semana e no dia em que o petróleo subiu depois da OPEP ter surpreendido o mercado com um corte na produção de 1.2 milhões de barris, o PSI 20 abriu a subir 0.11% para os 10454.90.
Às 11h00 este indicador segue a tendência inicial e está a valorizar 0.35% para os 10479.50. Neste momento estão 11 títulos em terreno verde, 4 mantêm-se inalterados e os restantes 5 estão em terreno negativo.
O BES lidera a esta hora o grupo das desvalorizações registando uma perda na ordem dos 0.49% e uma cotação de 12.26€. Deste grupo também fazem parte a CIMPOR que se encontra com uma cotação de 5.48€ depois de uma desvalorização de 0.36% e a Impresa com uma descida de 0.23% e uma cotação de 4.35€.
A PT Multimédia está também a perder, com uma variação negativa de 0.32% e uma cotação de 9.49€. Já a “casa-mãe”, a PTelecom está a valorizar 0.10%, depois de ontem, Henrique Granadeiro ter afirmado que a France Télécom pode vir a controlar a PT e que a eventual aprovação da OPA lançada pela Sonaecom contraria a prática da União Europeia em matéria de concorrência. Para além disto, a comissária europeia para a
concorrência negou ajuda a Granadeiro nesta operação.
Do outro lado da tabela e a liderar as subidas registando a 4ª subida consecutiva da semana está a Sonae Ind. com uma valorização de 2.93%, com uma cotação de 7.73€ e a EDP que segue com uma variação positiva de 0.57% e a cotar 3.50€, apesar do Governo ter alterado a lei e reduzido o aumento de tarifas de electricidade para 8%.
O BCP encontra-se a valorizar 0.39% e a cotar 2.55€, numa altura em que o Banco lucra mais 12% na Polónia com o crédito à habitação.
No resto da Europa, as principais praças abriram em terreno positivo e assim continuam. Na vizinha Espanha, o IBEX 35 está a valorizar 0.22%, em Londres o FTSE segue a subir 0.06%, o CAC 0.14% e o DAX 0.42%.
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(2006-10-19) Em Setembro, o clima económico atingiu máximos de dois anos Depois da recuperação que se verificou nos três meses anteriores, em Setembro o indicador do clima económico estabilizou-se em máximos de dois anos.
O indicador de actividade económica, tendo como base informação disponível até Agosto, melhorou, contrariando a tendência descendente que se registou entre Abril e Junho.
Fazendo uma análise mais pormenorizada e segundo dados avançados pelo INE as evoluções na industria e nos serviços num curto prazo, foram mais positivas em Setembro do que no final do segundo trimestre, embora Julho tenha apresentado valores mais favoráveis. No sector da construção o cenário é o inverso: os valores continuam a agravar-se.
No que diz respeito ao consumo privado, este indicador "estabilizou-se em Agosto, em resultado do abrandamento verificado no consumo corrente e da aceleração registado no consumo duradouro, apresentando a informação qualitativa disponível para Setembro sinais contraditórios" avança o INE.
O Investimento também foi um indicador que recuperou em Agosto e há indícios que esta tendência se mantém em setembro.
Relativamente ao Consumo Internacional, nota-se que o crescimento das exportações se manteve forte registando o dobro do crescimento das importações.
Por último, no Mercado de Trabalho, os dados que foram disponibilizados mostram que houve uma estabilização e os Centros de Emprego registam uma diminuição dos pedidos de emprego por parte dos desempregados e um aumento de oferta de emprego.
Por outro lado, as perspectivas de emprego dos empresários pioraram, ao contrário das perspectivas dos consumidores sobre a evolução do emprego.
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(2006-10-16) Orçamento do Estado para 2007 é apresentado hoje na Assembleia da República. Hoje à tarde, será apresentado pelo Governo na Assembleia da Republica um Orçamento de Estado para 2007 que terá que reduzir o défice em cerca de 1400 milhões de euros “à custa” da redução das despesas.
Na actualização do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) que o Governo apresentou no início deste ano em Bruxelas, com as estratégias a adoptar de 2005 a 2009, o ano que se aproxima é a altura em que “o corte do peso da despesa no PIB supera, pela primeira vez, o acréscimo previsto na receita”, avança o «Diário de Notícias».
Segundo o mesmo artigo, os membros do Executivo tiveram sempre presente a necessidade de, depois de um período inicial em que o aumento das receitas iriam ser a principal ajuda para atenuar o défice (e exemplo disso mesmo foi o aumento do IVA de 19% para 21%), teriam que obrigatoriamente cortar nas despesas para poderem reequilibrar as contas públicas.
Uma garantia do Governo é o facto da consolidação das Finanças Públicas ser feita sobretudo do lado das despesas. Do lado das receitas, o Executivo, apesar de contar com o reforço ao combate à fraude e a evasão do Fisco e na Segurança Social, não vai aumentar os impostos.
Assim sendo, embora ainda não se saiba em que valores, o ministro das finanças já “pediu” aos seus colegas para que se reduzam consideravelmente as despesas em todos os Ministérios.
Teixeira dos Santos avisa que o investimento previsto no Orçamento de Estado para 2007 é mais selectivo e orientado para áreas “em que vale a pena investir e a grande aposta é na ciência e na tecnologia”.
Por isso, o Orçamento do Ministério da Ciência é o único que vai subir e em 64% para 2007. Relativamente aos outros Ministérios “todos vão sofrer cortes no seu funcionamento”
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(2006-10-10) Acordo para a Reforma da segurança Social é assinado hoje O governo assina, hoje, com os parceiros sociais o acordo que diz respeito à reforma da segurança Social.
Foi conseguido o acordo das associações patronais e também da UGT, ficando de fora a CGTP. Segundo Manuel Carvalho da Silva, a proposta é inaceitável uma vez que reduz o valor das pensões.
O ministro do Trabalho e da Segurança Social, Vieira da Silva afirma que a reforma no sector “aumenta muito as garantias de sustentabilidade nas próximas décadas, porque o sistema passa ater mecanismos de auto-correcção”.
Esta sustentabilidade já referida é exactamente uma das medidas emblemáticas da proposta governamental da reforma da Segurança Social e tem como objectivo compensar os efeitos financeiros do aumento da esperança média de vida.
Com a introdução deste mecanismo – o factor sustentabilidade – o beneficiário pode escolher entre permanecer no activo durante mais tempo, aumentar as contribuições para a Segurança Social, ou receber menos de pensão.
Uma outra medida a ser tomada e já prevista na reforma é a nova fórmula de cálculo das pensões. Esta fórmula resulta do rácio entre a actual esperança de vida em 2006 e aquela que se verificar no ano anterior ao requerimento da pensão. Isto significa que se passa a ter como base toda a carreira contributiva dos trabalhadores, em vez de contar apenas com os descontos dos salários dos melhores dez anos dos últimos 15 anos de actividade.
Segundo Vieira da Silva esta fórmula será aplicada já a partir de 2007, mas de forma progressiva, coexistindo as duas durante alguns anos. A durabilidade da coexistência vai depender da duração da carreira contributiva dos trabalhadores. Ou seja, para quem se reforme daqui a cinco anos, só lhe é aplicada a nova fórmula para estes últimos cinco anos de contribuições. Para os restantes será aplicada a fórmula actual.
Ainda no âmbito da reforma da Segurança Social, vai ser aprovada na Assembleia da República uma fórmula que estabilize a actualização das pensões para que esta não dependa de factores conjunturais.
Salientando que o Governo não prevê outras formas de financiamento, o ministro afastou a possibilidade avançada de aplicar uma taxa sobre o Valor Acrescentado das empresas, defendendo que “não é vantajoso penalizar as empresas que têm mais capacidade de criar riqueza” uma vez que geralmente “são as que mais investem em inovação e modernização”
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(2006-10-06) As consequências da subida das taxas de juro O Banco Central Europeu aumentou as taxas de juro para os 3.25%, o que veio confirmar as expectativas da maior parte dos analistas e Jean Claude Trichet deixou antever uma nova subida das taxas de juro já para o mês de Dezembro.
Trichet explicou hoje, que o BCE aumentou a taxa de referência para se antecipar às pressões inflacionistas e acrescentou que «não devemos aguardar que os riscos se confirmem».
O presidente do Banco Central ressalvou a importância da estabilidade dos preços afirmando que esta estabilidade aliada à credibilidade cria as condições necessárias para um crescimento económico e criação de empregos duradouros.
Com esta subida das taxas de juro a compra de habitação para quem recorre ao crédito fica mais cara.
Mas estas subidas das taxas de juro também abrem novas perspectivas quanto à remuneração dos produtos de poupança oferecidas pelos bancos.
No entanto, os bancos portugueses são os que pior remuneram os seus clientes na Zona Euro.
As taxas praticadas nos depósitos a prazo, por exemplo, continuam a ser pouco atractivas principalmente se contarmos com a taxa de inflação. Se a uma taxa nominal dos depósitos a prazo entre os 3.5% e os 4% retiramos a inflação média anual de 2.8%, as comissões e os impostos inerentes a este género de produtos a remuneração conseguida aproxima-se muito de valores negativos.
No tipo de depósito mais utilizado, com uma maturidade de um ano, a taxa média oferecida em Portugal ronda os 1.92% e a média da zona euro é de 2.04%.
Os certificados de aforro, comercializados pelos CTT oferecem uma taxa de 2.5%; a rentabilidade das obrigações do Tesouro é de uma taxa de 4%.
Verificados estes valores, para os portugueses não restam muitas alternativas senão apostar em novos produtos que partem das valorizações obtidas nos mercados accionistas.
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(2006-10-04) Crédito Habitação volta a ficar mais caro. Amanhã deverá ser anunciado pelo Banco Central Europeu novo aumento das taxas de juro e esta decisão já se reflecte nos créditos para a compra de habitação.
Espera-se que o Presidente do BCE, Jean Claude Trichet, confirme as expectativas que transmitiu ao mercado na última reunião dos membros do Conselho de Governadores, que se realizou no final de Agosto e que as taxas aumentem 0.25 pontos percentuais atingindo os 3.25%.
Este aumento significa que face aos mínimos históricos verificados entre Junho de 2003 e Novembro de 2005 de 2%, o custo do endividamento passe para mais 1.25 pontos percentuais.
Os aumentos sucessivos das taxas de juro têm consequências directas na capacidade de financiamento, quer das empresas, quer das famílias. Bruxelas já se manifestou sobre este assunto e mostrou-se particularmente preocupada com o endividamento das famílias e colocou Portugal na lista dos cinco Estados-Membros onde a situação corre o risco de se tornar insustentável.
Os bancos já iniciaram o ajustamento dos juros cobrados a quem tem créditos para aquisição de habitação à evolução da Euribor, antecipando as acções do Banco Central Europeu.
Os contratos revistos em Setembro, à semelhança do que aconteceu nos últimos meses, irão ser alvo de fortes aumentos uma vez que reflectem os aumentos das taxas de juro efectuados até agora, a subida que se espera para amanhã e a que já se antevê que aconteça em Dezembro.
A Euribor a 6 meses, o indexante mais utilizado nos créditos à habitação, estava ontem nos 3.582%, o nível mais elevado desde Junho de 2002.
A Euribor a 12 meses foi a única que recuou face ao mês passado fixando-se neste momento nos 3.735%.
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(2006-10-03) Euronext Lisboa afirma que Setembro foi o melhor mês dos últimos seis anos Segundo «Diário Económico», o Eurolist by Euronest Lisbon negociou 1145 milhões de acções no mês de Setembro, correspondentes a 4,113 milhões de euros em 140 mil negócios. Estes valores conduzem a uma avaliação do mês passado como sendo o melhor Setembro dos últimos seis anos.
De acordo com dados avançados pelo Eurolist em comunicado, verificou-se uma variação mensal de 58.1%, homologa de 12.3% e tendo em conta o trimestre homólogo, verifica-se uma variação de 16.9%.
Em Setembro de 2006, o PSI-20 encerrou com 10 305.48 pontos. Este valor corresponde a uma variação face ao mês de Agosto de 3.49% e a um ganho acumulado de 19.57% desde o início de 2006.
A capitalização bolsista das empresas admitidas à negociação, no dia 29 de Setembro ascende a 174.8 mil milhões de euros a que corresponde a uma variação mensal de 3.81% e homóloga de 30.79%.
A Dívida Pública negociou 328 mil euros, em 61 negócios o que significa uma variação mensal de 68.5% e os títulos de participação movimentaram 29 mil euros em 18 negócios.
Em Obrigações Diversas, no mês de Setembro, foram negociados 4.2 milhões de euros, mais 11.9% do que no mês anterior e em 269 negócios.
No que diz respeito aos warrants foram negociados em 29581 negócios, 205 milhões de warrants que correspondem a 135 milhões de euros.
Em certificados cotados no Eurolist by euronext Lisbon foram transaccionados 13.9 milhões de euros, em 42 negócios e num total de 134 375 certificados.
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(2006-10-02) PSI 20 animado com noticias recentes e rumores de acontecimentos futuros. O mês de Outubro começa animado pelos rumores de fusões e aquisições e consequentemente com as principais praças europeias em alta.
O PSI 20 que iniciou a sessão em ligeira alta, a somar 0.29% com 10335.30 pontos, segue às 11h30m com uma variação positiva de 0.55% e com 10361.90 pontos.
Os investidores estão de olhos postos na EDP que ganhou o concurso principal das eólicas e que segundo o jornal espanhol «El Mundo» apresentou uma proposta à Gás Natural para uma fusão amigável entre as duas empresas que daria origem a um grupo com uma capitalização de 30000 milhões de euros.
Para além destas informações, o «Jornal de Negócios» diz que a EDP e a Ibedrola têm luz verde do Governo para avançarem com os projectos das centrais de ciclo combinado a gás natural.
A eléctrica soma assim, 2.34% com uma cotação de 3.50 €.
Quanto aos títulos envolvidos na OPA da PT, a Sonaecom está a valorizar 0.38% e com uma cotação de 5.30€ e a SonaeInd. soma 1.54% para uma cotação de 7.25€. A casa-mãe, a Sonae SGPS mantém-se inalterada. Do outro lado, a PTMultimedia está com uma valorização de 0.21% e a cotar 9.57€, enquanto a PTelecom está a desvalorizar 0.51% para uma cotação de 9.80€.
Ainda relativamente a este processo, esperam-se alguns desenvolvimentos, nomeadamente no que diz respeito à decisão das duas empresas envolvidas quanto às condições impostas pela Autoridade da Concorrência. O que já é sabido, ou pelo menos noticiado pelo já referido «Jornal de Negócios» é que o Governo não vai usar a “golden share” que detém na PT para inviabilizar a OPA lançada pela Sonaecom.
Quanto ao sector da Banca, o BCP mantém-se inalterado, o BPI valoriza 0.17% e atinge uma cotação de 5.89€ e o BES está a cair 0.17% para uma cotação de 12.03€.
A liderar as quedas está a Pararede com uma desvalorização de 3.85% e uma cotação de 0.25€.
No resto da Europa, as principais praças abriram em alta e continuam a tendência de abertura excepção feita ao índice vizinho, IBEX 35 que desce 0.14%. O CAC40 está a valorizar 0.07%, o DAX30 sobe 0.09% e o FTSE 100 sobe 0.18%.
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(2006-09-27) Portugal recua na lista dos mais competitivos Segundo um estudo efectuado pelo Fórum Económico Mundial, Portugal desce três lugares no ranking dos mais competitivos, ficando-se pelo 34º lugar em 2006/2007.
Esta lista inclui 125 países e Portugal, com 4.60 pontos foi ultrapassado pela Tunísia, Barbados e pelos Emirados Árabes Unidos.
Relativamente a países da Zona Euro, Portugal fica à frente da Itália, que aparece em 43º lugar e a Grécia, que não consegue ir além do 47º lugar, mas fica atrás da Eslovénia e da Republica Checa que fazem parte do rol de países do último alargamento da União Europeia e que se encontram em 33º e 29º lugar, respectivamente.
A Suiça é o país que lidera a ranking com 5.81 pontos. Em último lugar está Angola que ficando-se pelos 2.5 pontos.
Este ranking avalia um vasto número de factores nos diversos países, como os recursos básicos, a melhoria de eficiência e os factores de inovação.
Para a avaliação do primeiro em que conseguimos o 34º lugar com 5.22 pontos, contribuem elementos como a fiabilidade das instituições onde Portugal conseguiu o 28º lugar com 4.83 pontos, a qualidade das infraestruturas em que alcançamos uma pontuação de 4.93 e o 26º lugar e a situação macroeconómica, que é sem dúvida o indicador em que conseguimos pior classificação com 4.23 pontos e 80º lugar.
No que diz respeito às melhorias de eficiência, descemos para o 37º lugar com 4.47 pontos e para este factor concorrem outros como a educação superior e qualificações onde atingimos o 37º lugar com 4.63 pontos, a eficiência de mercado (38º lugar com 4.61 pontos) e a prontidão tecnológica onde nos ficámos pelo 39º lugar com apenas 4.10 pontos.
Por último, quanto aos factores de inovação, Portugal está em 37º lugar com 4.14 pontos.
Para a avaliação deste aspecto são levados em conta factores como a inovação (32º lugar com 3.81 pontos) e a sofisticação nos negócios (43º lugar com 4.47 pontos).
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(2006-09-25) Dúvidas quanto à OPA pressionam títulos da PT e da Sonae. Com a expectativa de que a decisão da Autoridade da Concorrência iria sair entre hoje e amanhã, as acções das empresas de Belmiro de Azevedo estiveram em forte alta.
A Sonae SGPS atingiu o máximo dos últimos seis meses com uma subida de quase 3%, para os 1.40 euros. A Sonaecom também acompanhou esta tendência chegando aos 5.39 euros com uma valorização de 1%.
No entanto, as notícias divulgadas esta manhã vieram contradizer as expectativas dos investidores que estavam confiantes que a decisão da AdC seria favorável à operação.
Segundo o que foi noticiado no «Diário Económico», esta decisão só será favorável mediante “agressivos remédios”.
Este jornal avança com a notícia de que Abel Mateus quer dar o aval à fusão da Optimus e da TMN, um dos pontos fundamentais da OPA lançada pela empresa presidida por Paulo Azevedo, mas a divisão do Conselho da AdC forçou-o a aplicar mais dureza nos remédios que permitirão aprovar a operação.
O presidente a Autoridade da Concorrência quer garantir que o seu sim a esta operação não deixa os consumidores portugueses sujeitos a grandes flutuações de mercado.
Por outro lado a agressividade dos remédios está a aumentar as dúvidas por parte da Sonaecom sobre os benefícios da OPA.
Como reacção a estas notícias, as acções das duas empresas que estão envolvidas nesta operação seguem em forte queda.
A PTelecom às 15h30m segue a desvalorizar 1.42%, passando para os 9.73 euros e depois de já ter atingido um mínimo de sessão em 9.71 euros. A Sonaecom desce 1.88% para os 5.22 euros. Esta empresa registou hoje um mínimo anual de 5.20 euros.
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(2006-09-22) A moeda única continua a subir face ao dólar. O Euro continua a valorizar-se face ao dólar mantendo, assim, a tendência dos últimos dias.
Hoje, nas primeiras horas de negociação, o euro estava a cotar nos 1.2807 dólares.
Nos Estados Unidos, a decisão tomada ontem pela Reserva Federal de manter as taxas de juro pelo segundo mês consecutivo. Desta forma, a taxa de referência continua nos 5.25%, valor este atingido em Junho depois de dezassete aumentos consecutivos.
A Reserva Federal justificou esta decisão com as suas expectativas em como os riscos de inflação irão continuar a diminuir ao longo do tempo. No entanto, deixa em aberto a possibilidade de voltar aos aumentos da taxa se as expectativas não se confirmarem.
Por outro lado, a economia americana tem mantido o abrandamento, sendo que o sector fabril está a estagnar e tem-se vindo a registar um aumento dos pedidos de desemprego.
Não há dúvidas, também, quanto ao contributo negativo, com o seu arrefecimento contínuo, que o mercado imobiliário tem dado à economia americana.
Este ano, o dólar já caiu face à moeda única cerca de 6.8% e continua a especular-se que o Banco Central Europeu irá aumentar as taxas de juro mais rapidamente que o Fed.
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(2006-09-21) A redução da participação do Estado na Economia é uma das propostas do Compromisso Portugal. Depois de passados dois anos do anterior encontro do Compromisso Portugal, no Convento do Beato, hoje, voltam a reunir-se diversos gestores do nosso país, liderados pelo gestor António Carrapatoso.
Entre outras, o Compromisso Portugal avança com a proposta da redução da participação do Estado na Economia. Esta redução passa inevitavelmente pelas privatizações e apontam como possíveis as privatizações da CP – Caminhos de Ferro Portugueses, a Administração dos Portos de Lisboa, a TAP, a ANA e ainda a EDP.
Segundo os dados que apresentaram, em Portugal o controlo estatal é de 2.6 pontos, numa escala de 6 pontos e a média da OCDE é de 2.1. Quanto à questão da propriedade pública, o nosso país está nos 3.1 pontos, enquanto que a média da OCDE é de 2.4 pontos.
O Compromisso Portugal defende que o estado deve garantir a existência de serviços públicos, mas isso não significa necessariamente que tenha que ser o prestador directo ou único desses serviços.
Assim, o Estado deve definir o enquadramento legal à actividade empresarial mas deve restringir a sua função a uma função reguladora e de fiscalização.
Um caminho apontado pelo Compromisso Portugal passa pela alienação por parte do Estado de todas as suas participações empresariais, sobretudo em sectores competitivos e nas que não tenha um controlo de 100%.
É de referir que, neste momento, o Estado detém mais de 40 empresas públicas e participações em mais de 700 sociedades anónimas, empregando um universo de 100 mil efectivos.
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(2006-09-19) As taxas de juro em 2007 podem atingir os 4%. O Banco Central Europeu deverá continuar a aumentar as taxas de juro, dando continuidade ao ciclo iniciado em Dezembro de 2005.
Um responsável do BCE, em declarações a agência «Reuters», afirmou que a taxa de referência que está actualmente nos 3%, deverá chegar aos 4% até ao final de 2007, caso a economia mantenha a actual tendência de crescimento e a inflação continue a aumentar.
Pelas indicações que o BCE tem dado ao mercado é de esperar que até ao final de 2006 o preço do dinheiro possa aumentar até aos 3.5%.
No entanto, e segundo o que um outro responsável afirmou à mesma agência as perspectivas para os juros no próximo ano não são assim tão claras. Alguns membros do Conselho de Governadores acreditam que ao elevar-se as taxas estas podem atingir níveis capazes de sufocar a economia.
Para além disso, uma queda sustentada dos preços do petróleo pode reduzir as pressões inflacionistas, uma das principais razões para o aumento da taxa de juro na zona euro.
A reiterar esta posição, está ainda o risco de reversão do crescimento económico defendido pelo director-geral do Fundo Monetário Internacional. Segundo afirma, “a melhor esperança para a continuidade do alto crescimento depende do aumento do comércio internacional”. Neste momento existem factores, como as fortes ameaças dos altos preços do petróleo, que hoje continua a subir em consequência da notícia de que a reconstrução de umas instalações da BP no Golfo do México poderiam atrasar-se, os desequilíbrios da economia global e o crescente proteccionismo, que podem pôr em causa o referido aumento do comercio internacional e a consequente inversão de tendência de crescimento económico que se tem vindo a verificar.
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(2006-09-18) Petróleo sobe com especulação à volta da OPEP. A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), reviu em baixa as suas previsões para a procura de petróleo no último trimestre deste ano e o ministro do petróleo do Irão, Kazem Vaziri-Hamaneh, afirmou que a Organização deve reduzir a quota de produção, caso os preços do petróleo desçam a barreira dos 60 dólares por barril.
A OPEP é responsável por cerca de 40% da oferta mundial tendo uma produção de 28 milhões de barris por dia.
Embora esta organização tenha anunciado que iria manter inalterada a sua quota de produção o que criou um ambiente favorável à diminuição do preço desta matéria que se verificou nos últimos tempos, teve necessidade de rever as suas previsões iniciais uma vez que a procura tende a diminuir bastante em consequência dos elevados preços da matéria-prima e também pelo abrandamento da economia nos Estados Unidos e na Europa.
Assim sendo, com estas noticias por parte da OPEP, hoje o petróleo está a ser transaccionado, em Nova Iorque, a 63.78 dólares/barril, registando uma subida de 0.45 dólares. Em Londres, o IPE Brent, que serve de referência para a Europa, está a ganhar 0.36 dólares para os 63.69 dólares por barril.
No entanto, há ainda analistas que acreditam que, embora em períodos de desaceleração económica existam dúvidas e indefinições quanto ao futuro e que isso possa provocar subidas no preço do petróleo, atingindo valores que sejam vizinhos dos 65 dólares por barril, alguns dos factores que impulsionaram a valorização estão, neste momento, atenuados.
Além disso, existe ainda o facto das necessidades de consumo continuarem sustentadas, uma vez que os Estados Unidos irão continuar a fazer um esforço para manter os seus stocks em níveis confortáveis.
É muito provável que o mercado se mantenha nesta zona de indefinição enquanto não surgirem indicações mais precisas quanto ao desenvolvimento da economia norte-americana.
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(2006-09-15) Em Portugal, a inflação no mês de Agosto cai para os 2%. O índice de preços no consumidor (IPC), em Agosto caiu 0.2 p.p face ao mês de Julho e 0.3 p.p relativamente ao período homólogo.
Mas se tivermos em consideração o índice de inflação subjacente, que nos é dado pelo IPC excepto os produtos alimentares não transformados e energéticos, este valor aumenta para uma variação de 1%. Se excluirmos os produtos energéticos, a taxa de variação do IPC total ter-se-ia situado em 1.4%.
No mês em análise, o vestuário e o calçado foram os sectores que mais contribuíram para a diminuição da taxa verificada, registando valores de menos 7.6% e 6.9%, respectivamente. Este facto é justificado pelo efeito sazonal da época de saldos. Mesmo assim, este ficou 1 p.p abaixo do valor registado em Agosto de 2005.
Também a contribuir para a diminuição deste indicador estiveram as classes dos acessórios, de equipamento doméstico e manutenção corrente da habitação com menos 0.2% e dos bens e serviços diversos que contribuíram com 0.1%.
Já em sentido contrário e a impedir que esta diminuição fosse mais expressiva estiveram entre outros, os produtos alimentares e bebidas não alcoólicas. Dentro desta classe, a carne teve um aumento de preço de 1.2%, o peixe de 1.8% e os produtos hortícolas aumentaram 2.6%.
No lazer e cultura, os preços registados nas férias organizadas foram os que contribuíram mais para a evolução verificada nesta classe (6.7%). No que diz respeito aos transportes, a pressionar o aumento dos preços estiveram os combustíveis e lubrificantes com uma variação de 0.5%.
A Saúde também pertence a este grupo de classes que evoluíram em sentido contrário ao do próprio IPC.
Segundo os últimos dados disponibilizados, sobre a evolução dos preços no consumo na Zona Euro, a diferença entre a taxa de inflação média de Portugal e a observada para a totalidade dos países pertencentes à Zona Euro manteve-se em 0.3 p.p em Julho de 2006.
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(2006-09-14) Portugal deverá ter um dos menores aumentos salariais da União Europeia em 2007 As propostas salariais feitas pelas estruturas sindicais relativamente aos aumentos para 2007 variam entre os 3% e os 5%, mas convergem nas principais reivindicações e objectivos. Estas passam pelo descongelamento dos escalões, o fim dos limites à progressão nas carreiras e o respeito pelo direito de negociação.
Por exemplo, o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE) propôs um aumento de 3.5% dos salários e pensões, bem como um subsídio de refeição de 6 euros. Estes valores são justificados pelo aumento do custo de vida dos portugueses, calculado através do índice de preços no consumidor que o STE estima de 3% pela evolução da produtividade e pela aproximação da média europeia.
O Sindicato de Trabalhadores da Administração Pública, que apresentou a sua proposta reivindica aumentos entre os 3% e os 4%. Defende, também, na sua proposta que sejam revistos o regime de carreira e do sistema retributivo e a suspensão da nova tabela da ADSE.
A Frente Comum de Sindicatos da Administração Pública afecta à CGTP apresentou uma proposta reivindicativa para 2007 bastante ousada. Além de pedir aumentos salariais na ordem dos 5% e uma actualização do subsídio de refeição para os 6 euros, defende também uma eliminação gradual da diferença entre o valor do índice 100 das carreiras do regime geral (salário mais baixo da função pública) e o salário mínimo nacional, que é superior ao valor do índice 100.
De acordo com um estudo Mercer HR Consulting, Portugal deverá ter aumentos salários de 3.1% para 2007.
Assim, prevê-se um aumento dos salários reais de 0.7 p.p, uma vez que a inflação deverá fixar-se nos 2.4%. Isto quer dizer que relativamente a 2006 há um acréscimo de 0.3 p.p.
Segundo afirma Paulo Machado, parter da Mercer, «Portugal vai ser um dos países com menor crescimento dos salários reais, apenas à frente da Alemanha e Hungria, onde os consumidores vão perder poder de compra.»
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(2006-09-13) Victor Constâncio admite voltar a rever em alta as previsões para o crescimento económico anual. O Governador do Banco de Portugal admitiu ontem rever em alta as previsões para o crescimento económico anual de Portugal e refere ainda que neste momento estamos mais perto de conseguirmos cumprir as metas do défice orçamental para este ano.
No final do mês passado, a Economist Inteligence Unit elevou as previsões de crescimento para 1%, quando antes apontava para uma expansão de 0.8%. A EIU justifica este crescimento com o bom comportamento das exportações, já que o investimento continua a desacelerar estimando-se que continue assim até ao final do ano. Esta entidade afirma, também, que não acredita que as reformas aplicadas pelo Governo sejam suficientes para resolver alguns problemas estruturais do país, nomeadamente a baixa produtividade e competitividade.
No que diz respeito ao défice orçamental a EIU referiu que embora estejam a ser feitos esforços no sentido de conseguir cumprir as metas traçadas e apresentadas em Bruxelas, será muito difícil cumprir esses objectivos. Recorde-se que estas metas estão fixadas nos 4.6% para este ano e 3.7% para 2007.
As previsões do Governo são mais optimistas na medida em que esperam um crescimento económico para 2006 de 1.1% e Teixeira dos Santos já afirmou que o Governo acredita ser possível atingirem o valor do défice estipulado para este ano.
Ontem, Victor Constâncio, no XVI Encontro dos Bancos Centrais dos PALOP, de Portugal e de Timor Leste, que decorre no Centro Cultural de Belém afirmou que o crescimento do PIB verificado no segundo trimestre veio confirmar as expectativas do Banco de Portugal, quando em Julho reviu em alta as previsões apontando para um crescimento económico na ordem dos 1.2%. Embora esteja à espera de outros resultados, nomeadamente os resultados referentes ao mês de Agosto, uma vez que é um mês tendencialmente de quebras consideráveis, admite voltar a rever essas previsões.
O governador do Banco de Portugal mostra-se também optimista no que diz respeito ao défice orçamental, dizendo que estamos no bom caminho para que consigamos cumprir com a meta estipulada, mas não acredita que possam haver surpresas positivas e que estes valores sejam superados.
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(2006-09-12) O ambiente económico que estamos a viver está a condicionar o mercado publicitário. Analistas e fontes do sector publicitário dizem em declarações à agência «Reuters» que o mercado está “minado” pelo ambiente económico que estamos a viver, pelo impasse em torno da OPA à PT e pela OPA ao BPI.
Também a contribuir para o fraco comportamento do mercado publicitário está a ausência de eventos relevantes até ao final do ano.
Segundo dados avançados pela Media Monitor, desde o início de 2006 foram investidos mais de 2.32 mil milhões de euros tendo como alvo principal o Mundial de Futebol de 2006. «Houve um esforço muito grande dos anunciantes no Mundial e, por isso, os investimentos devem abrandar no resto do ano ou porque não há orçamento para grandes campanhas ou também porque não há eventos que justifiquem o investimento», refere Pedro Mendes, analista do Millennium BCP.
Como é sabido, o sector da banca e das telecomunicações, são sectores com um grande peso no mercado publicitário, mas com o impasse que existe relativamente às OPA’s, os investimentos sofreram um abrandamento considerável e não se esperam melhoramentos até que haja uma definição relativa a estes assuntos, que se prevê que seja só em 2007. O mercado publicitário segundo os analistas do sector está «apático».
A estes condicionantes junta-se ainda um cenário macroeconómico que não favorece o investimento publicitário.
Embora o PIB tenha aumentado 0.9% no segundo trimestre, este crescimento prende-se sobretudo ao aumento das exportações. A procura interna continua sem grandes alterações.
Assim, e tendo em conta que o estado da economia reflecte-se bastante no mercado publicitário e que neste momento existe um ambiente macroeconómico desfavorável, não é de esperar um desenvolvimento muito positivo do investimento neste sector.
«A publicidade tem imenso espaço para crescer, precisa é de uma actividade financeira mais intensa» afirmou José Freire, investidor relations da Impresa à «Reuters».
No último trimestre de 2005, o investimento total em publicidade em Portugal subiu para os 922.3 milhões de euros, tendo atingido no trimestre anterior 894 milhões de euros.
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(2006-09-11) O Défice Comercial caiu no primeiro semestre de 2006. O défice da Balança Comercial caiu 1.8% no primeiro semestre deste ano se compararmos com os valores registados em período homólogo de 2005. Até Junho, o défice comercial fixou-se nos 8.929 mil milhões de euros.
Segundo os dados apresentados pelo Instituto Nacional de Estatística, as exportações registaram um aumento de 11.3% fixando-se nos 17 mil milhões de euros e as importações um aumento de 6.4% atingindo valores de cerca de 25.94 mil milhões de euros, determinando a referida redução do défice comercial global de Portugal.
Embora o peso das exportações para a União Europeia tenha diminuído verifica-se ainda uma enorme dependência do mercado intra comunitário. Os valores apresentados nesta primeira metade de 2006 mostram que as saídas para este mercado situam-se nos 78.5% das exportações totais e no mesmo período em 2005 estavam nos 81.5%. Ainda é um valor muito elevado mas que tem vindo a diminuir.
No período em análise a taxa de cobertura foi de 65.6% correspondendo a uma melhoria de 2.9 pontos percentuais face ao ano anterior. Nas trocas intracomunitárias este indicador subiu 2.6 p.p. atingindo os 69% e também aumentou mas menos nas trocas extracomunitárias (fixou-se nos 55.5% depois de um aumento de 5.2 p.p).
Apesar da ligeira perda de peso da União Europeia na Balança Comercial constituir um sinal positivo a diversificação das exportações nacionais continua a ser pouco evidente: pelo quadro traçado podemos concluir que para além da dependência face a economias como a Alemanha, Espanha, França e Reino Unido, a diversificação regional das exportações portuguesas ainda é bastante fraca.
Este facto pode ter duas explicações: a competitividade dos exportadores portugueses é bastante fraca nos mercados extra União Europeia, ou a especialização e o esforço de internacionalização das empresas está longe de ter sido conseguido no que diz respeito ao Marketing Comercial.
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