| | Paulo Domingues NextBolsa pdomingues@nextbolsa.com Análises Financeiras:
(2006-09-07) A Modelo Continente apresenta lucro de 43 M€ no primeiro semestre de 2006. A distribuidora do Grupo Sonae, a Modelo Continente, apresenta neste primeiro semestre de 2006 um lucro semelhante ao atingido em igual período de 2005: 43 milhões de euros.
Segundo o comunicado da Modelo «o resultado de 2006 beneficia do encaixe complementar e não recorrente de 12 milhões de euros resultante do ajuste positivo do preço verificado no início do presente ano decorrente da conclusão do processo “due diligence” previsto na celebração do acordo de venda da Sonae Distribuição Brasil.»
Ainda assim, a Modelo Continente esclarece que o resultado liquido consolidado compara positivamente com o valor de 2005 uma vez que também este incluía resultados não recorrentes no montante de 29 milhões de euros decorrentes da alienação de dez lojas no Brasil.
O volume de negócios neste primeiro semestre atingiu valores acima de 1.36 mil milhões de euros, que representa uma diminuição de 25% face ao período homólogo.
Esta redução não é preocupante, uma vez que é justificada exactamente pela alienação da Sonae Distribuição Brasil que entre os meses de Janeiro e Junho contribuiu com 589 milhões de euros.
A empresa passou a concentrar a sua actividade em Portugal, onde o volume de negócios cresceu 12% comparando com igual período do ano passado.
No que diz respeito ao EBITDA, registou-se uma diminuição de 128 para 85 milhões de euros.
A Sonae anunciou hoje que adquiriu 100 milhões de acções da Modelo Continente ao Banco Santander Totta que corresponde a 9.09% do capital social desta empresa por um valor global de 183.7 milhões de euros.
De acordo com o comunicado enviado à Comissão de Mercado de Valores Imobiliários a Sonae adquiriu 41425000 acções e a Sonae Investments as restantes 58575000. Em resultado desta operação a Sonae passou a ser detentora directa e indirectamente de 98.82% do capital social e dos direitos de voto da Modelo Continente
Preço: €
(2006-09-04) O preço do petróleo atinge hoje os valores mais baixos de 11 semanas. Depois de já ter estado a subir, hoje, o petróleo inverteu essa tendência atingindo mínimos de 11 semanas.
Hoje de manhã, esta matéria-prima esteve a subir 0.5% em Londres e Nova Iorque com a possibilidade da formação de uma tempestade tropical na região do Golfo do México.
Os meteorologistas prevêem que a depressão situada perto das Antilhas possam evoluir nas próximas 36 horas e se transforme na tempestade tropical Florence.
Nesta altura, as condições climatéricas nos Estados Unidos da América merecem a atenção de todo o mundo uma vez que estamos em plena época de furacões e estes podem danificar as plataformas petrolíferas situadas no Golfo do México, condicionando por isso o preço do petróleo.
No entanto, esta possibilidade não se sobrepõe às convicções dos investidores, no que diz respeito à relação do Irão com as Nações Unidas. O mercado acredita que, embora o Irão insista no seu programa de enriquecimento de Urânio, as medidas tomadas pelas Nações Unidas não passarão por sanções aplicadas às exportações do petróleo do quarto maior produtor mundial.
Também a contribuir para esta reviravolta na tendência manifestada hoje de manhã está o facto de durante o Verão não se terem registado incidentes de maior entre o Irão e a comunidade internacional no que diz respeito ao fornecimento de petróleo. Este é um sinal positivo para o mercado, segundo os analistas internacionais.
Para além disto e seguindo a lei do mercado, com a aproximação do final do Verão, época em que há sempre uma maior procura de combustíveis, é natural que o preço sofra diminuições acompanhando a redução da procura que se avizinha.
Assim, em Londres, o Brent segue a cair 0.74% para uma cotação de 68.41 dólares por barril, tendo estado a cotar na altura da abertura do mercado 69.17 dólares e de já ter atingido valores máximos de 69.38. Em Nova Iorque o WTI recuava 0.61% para uma cotação de 68.38 dólares o barril depois de ter atingido máximos de 69.30 dólares.
Preço: €
(2006-08-31) As principais praças europeias reagem antevendo a manutenção das taxas de juro nos 3%. No dia em que o Banco Central Europeu anuncia se vai haver alterações da taxa de juro, a Bolsa de Lisboa segue em terreno negativo a perder 0.14% para os 9950.47 pontos, invertendo a tendência inicial e entrando em sintonia com as restantes praças europeias.
Pelos sinais dados, o mercado não antevê qualquer alteração das taxas de referência.
Assim, e numa altura em que espera os resultados semestrais da empresa, a Sonae Indústria segue a perder 0.75% para uma cotação de 6.64€. A Sonaecom segue também em terreno negativo com uma descida de 0.81% e a cotar 4.90€. A empresa mãe mantém-se inalterada com uma cotação 1.30€.
A pressionar o índice nacional estão também dois pesos pesados: a EDP desce para uma cotação de 3.14€, com uma variação negativa de 0.32% e a PT Multimédia para os 9.55€ a perder 0.52%.
A PTelecom mantém a tendência registada já por três sessões consecutivas e apresenta uma descida de 0.10% para uma cotação de 9.83€ no dia em que o Jornal de Negócios avança com a notícia de que a PT tem duas intimações em curso contra a Autoridade da Concorrência uma vez que a entidade liderada por Abel Mateus não lhe cede os documentos sobre a OPA da Sonaecom , «os quais são classificados como confidenciais pela entidade e pela Sonaecom»
A liderar as quedas está a Altri com uma variação negativa de 0.97% e a cotar 3.07%, embora ainda se mantenha no Ranking das 10 maiores subidas semanais.
A contrariar a tendência maioritária está o BCP que sobe há três sessões seguidas e segue com uma subida de 0.42% e a cotar 2.41€. Também na Banca, o BPI mantém-se em terreno positivo com uma variação de 0.17% e uma cotação de 5.84€ e o BES segue inalterado com uma cotação de 12.00€.
As principais praças europeias seguem também em terreno negativo: o nosso vizinho IBEX está a perder 0.49%, o CAC 0.24%, o FTSE 0.19% e o DAX 0.16%.
A contribuir para este estado de pessimismo está também a subida no preço do petróleo.
Preço: €
(2006-08-30) A confiança dos consumidores americanos atinge mínimos de 9 meses Segundo o relatório apresentado ontem nos Estados Unidos pelo Quadro de Conferência, o índice de confiança dos consumidores norte-americanos caiu em Agosto para os 99.6 pontos face aos 107 pontos do mês passado. Embora já se esperasse que este índice sofresse uma redução, os valores apresentados ficaram abaixo das expectativas dos analistas que apontavam para valores a rondar os 102.5 pontos.
A última vez que este índice apresentou valores abaixo dos 100 pontos foi em Novembro do ano passado em que se registaram valores de 98.3 pontos.
Esta diminuição tão acentuada da confiança dos consumidores americanos deve-se à preocupação crescente relativamente ao preço dos combustíveis, que hoje continua a subir embora ligeiramente, enquanto se aguarda a posição do Irão face ao seu programa nuclear e também à forte queda do mercado imobiliário. Sobre este aspecto, recentemente, as vendas de habitação caíram generalizadamente, mas as de habitação já usadas atingiram um mínimo de dois anos, ficando-se pelos 6.55 milhões de unidades vendidas tendo uma base anual.
O emprego continua a ser um ponto forte dos americanos registando-se valores mínimos em cinco anos, embora neste mês o desemprego tenha sofrido uma ligeira subida. O clima laboral começa a dar sinais negativos: no mês de Julho havia 28.6% de norte-americanos a acreditar que havia trabalho abundante na maior economia do mundo, mas em Agosto esta percentagem diminuiu para os 24.4%.
Com estes sinais da economia norte-americana é de esperar que a Reserva Federal não aumente as taxas de juro num curto prazo. Segundo o seu presidente, o Sr. Ben Bernanke, uma das principais razões para a pausa no aumento das taxas de juro nos 5.25% foi para que a economia tivesse tempo para assimilar os aumentos às taxas, uma vez que estes aumentos só produzem os seus efeitos com um relativo atraso. Sendo assim, e como ainda se denota um abrandamento desta economia, não há “espaço”para novos aumentos da taxa de juro.
Consequentemente o dólar continua a perder terreno face ao euro, uma vez que será de esperar que o Banco Central Europeu aumente as taxas de juro antes da Reserva Federal.
Preço: €
(2006-08-29) A liberalização do mercado eléctrico pode não provocar a tão esperada descida das tarifas. Ao contrário do que se pretendia, a liberalização do mercado eléctrico para os consumidores domésticos, que está para chegar no dia 4 de Setembro deste ano, trará consigo uma acentuada subida nos preços.
Uma vez que a liberalização do mercado da energia eléctrica acontece na mesma altura em que os preços dos combustíveis atingem máximos e segundo declarações do ex-secretário de Estado da Energia e actual presidente da Endesa Portugal, Nuno Ribeiro da Silva ao «Diário de Notícias», não vai haver redução nos preços quando os custos de produção de electricidade estão a aumentar consideravelmente; “as tarifas vão ter que subir, por mais que isso custe às pessoas e aos governos”, afirma.
Desde 2004 que os custos de produção da energia têm vindo a agravar-se, mas até agora o aumento das tarifas limitava-se ao aumento da inflação prevista para cada ano. Este desfasamento provocou um défice de 451 milhões de euros relativos a este ano. Em consequência da liberalização do mercado, o mecanismo que cingia o aumento das tarifas à inflação vai acabar o que significa que os valores do défice apresentados vão repercutir-se com juros nos preços pagos pelos consumidores.
Em Março, quando o Presidente da entidade Reguladora do Sector Energético (ERSE) foi ao Parlamento para prestar esclarecimentos relativamente ao impacto que a liberalização do mercado teria nas tarifas aplicadas, Jorge Vasconcelos afirmou que se a ERSE, entidade que define a tarifa anual, tivesse contemplado o aumento dos custos de produção, a subida média da tarifa para os consumidores domésticos teria sido superior a 16%.
Esta situação já não é nova para os consumidores portugueses uma vez que quando ocorreu a liberalização nos combustíveis os preços também dispararam.
No mercado eléctrico só com uma subida das tarifas que reflicta de alguma forma a subida dos custos de produção é que o mercado poderá ser concorrencial, porque só desta forma é que as eléctricas terão capacidade para fazerem ofertas competitivas no mercado liberalizado.
A EDP ainda não avançou com nenhuma estratégia aguardando o dia 4 de Setembro para o fazer, mas prevê-se que esta estratégia não passe pelos preços.
Preço: €
(2006-08-22) Euro versus Dólar Depois do euro atingir máximos de 11 semanas, hoje segue a corrigir esses valores deslizando 0.13% para uma cotação de 1.2875 dólares.
Os câmbios são o reflexo das taxas de juro, uma vez que estas têm implicações directas no retorno de investimentos feitos em determinada moeda. Assim sendo, podemos concluir que quanto maior é a taxa de juro maiores são os atractivos para os investidores uma vez que há um maior retorno dos investimentos efectuados.
No entanto, o aumento das taxas de juro pode significar um abrandamento ou mesmo uma estagnação do crescimento das economias, uma vez que o “dinheiro fica mais caro”, ou por outro lado, pode ser um meio de se conseguir controlar tendências inflacionistas que se possam manifestar.
Isto quer dizer, que as entidades que detém o poder de decisão sobre as taxas de juro têm sempre que optar e muitas vezes fazem-no escolhendo o mal menor.
Foi o que aconteceu nos Estados Unidos, quando a Reserva Federal decidiu manter a taxa de juro nos 5.25%, de maneira a que não se agravasse ainda mais o abrandamento do crescimento da economia, mesmo correndo o risco de uma subida generalizada dos preços.
Desde essa altura, o euro tem mantido uma tendência de valorização em relação ao dólar, salvo algumas excepções, como quando foi anunciada uma inesperada descida do défice da Balança Comercial Americana, onde o euro desvalorizou 0.51%, ficando a cotar 1.2796 dólares.
Também a conjuntura interna da União Europeia tem contribuído em muito para estas valorizações sucessivas do Euro.
O Banco Central Europeu tem espaço suficiente para continuar a aumentar as taxas de juro uma vez que não há sinais de estagnação da economia na Zona Euro.
Segundo o relatório avançado pelo Instituto de Estatística da União Europeia, os valores vêm confirmar as previsões dos economistas ao anunciar que a economia da Zona Euro cresceu no segundo trimestre a um ritmo mais elevado desde 2000, aumentando em 0.9% face aos primeiros três meses do ano.
Em consequência de todos estes acontecimentos, um abrandamento da economia americana que não possibilita um aumento das taxas de juro e um ritmo de crescimento da economia europeia acima do esperado, durante este mês o Euro chegou a uma valorização de 8.6% relativamente ao Dólar.
Preço: €
(2006-08-21) Os efeitos da liberalização do mercado eléctrico poderão ser sentidos só em 2007. A partir de 4 de Setembro, qualquer pessoa poderá deixar de ser cliente da EDP Distribuição, empresa que detém o monopólio do mercado da electricidade dos consumidores domésticos.
Os 5.9 milhões de clientes irão receber uma carta da entidade reguladora do sector eléctrico (ERSE) com toda a informação necessária para que possam decidir se querem ou não mudar de fornecedor.
Neste momento estão registados na ERSE cinco fornecedores de energia eléctrica. Além da EDP está a parceria da Sonae com a espanhola Endesa, a Sodesa, e as também espanholas Unión Fenosa, a Iberdrola e a Enel Viego.
Com a liberalização do mercado doméstico, os consumidores poderão esperar condições, serviços e preços mais atractivos, porque à semelhança do que aconteceu com o mercado de empresas, a competitividade será grande.
Actualmente ainda nenhuma empresa avançou qualquer estratégia a adoptar para conquistar clientes, nem mesmo a EDP. A eléctrica nacional refere apenas que serão feitas promoções pontuais a nível de preços e que irá apostar na qualidade de serviço, bem como na boa relação com o cliente.
O «Jornal de Negócios» avança que as concorrentes espanholas dizem-se interessadas no negócio, mas querem esperar pela estratégia da EDP e, principalmente pelo anúncio do aumento das tarifas para 2007 de forma a ajustar as suas ofertas.
A Sodesa e a Iberdrola não garantem estar no arranque do mercado e a Fenosa remete esclarecimentos para o dia 4 de Setembro, data da liberalização do mercado.
Relativamente ao mercado bolsista e segundo o presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, Carlos Teixeira, é de esperar que a integração do operador português, o OMIP cujo lançamento foi o primeiro passo para a criação de um mercado único de electricidade na Ibéria, com o operador espanhol (OMEL), esteja concluída daqui a dois anos.
Luís Braga da Cruz, presidente do OMIP, referiu que este mercado arranca inicialmente com futuros sobre electricidade, mas que numa segunda fase poderá evoluir para forwards ou diversificando também para direitos de CO2 e derivados, tendo como subjacente o Gás Natural.
Preço: €
(2006-08-18) Défice do Estado aumenta nos sete primeiros meses de 2006. Segundo dados avançados pela Direcção Geral do Orçamento, o défice do Estado aumentou para 4.3 mil milhões de euros, nos sete primeiros meses deste ano.
Embora as receitas tenham aumentado, verifica-se um aumento do défice o que traduz um crescimento das despesas.
Do lado das receitas, registou-se um aumento de 8.1%, valores acima dos 7.4% avançados no Orçamento para 2006. A contribuir para este aumento destacam-se as receitas obtidas através dos impostos que aumentaram 7.1% o que permitiu um encaixe de mais de 18.82 mil milhões de euros. As receitas não fiscais aumentaram apenas 1.64 mil milhões.
Analisando as receitas fiscais, verificamos que os impostos directos tiveram um crescimento mais acentuado (8.2%), do que os impostos indirectos (6.4%).
Nos impostos directos as receitas com o IRS, depois de terem sofrido uma quebra no mês de Junho, resultante da antecipação do reembolso, em Julho voltam à curva ascendente que se tinha manifestado até Maio. Segundo a Direcção Geral do Orçamento, este ano haverá uma redução efectiva dos reembolsos o que permite que haja um aumento das receitas advindas deste imposto.
Quanto ao IRC, verificou-se um aumento de mais de 18 mil contribuintes a efectuar o primeiro pagamento por conta relativamente ao ano passado o que corresponde a um acréscimo de 22.5 milhões de euros. Segundo a DGO, este bom desempenho por parte dos contribuintes resulta de um acompanhamento e controlo cada vez mais eficaz do cumprimento das obrigações fiscais.
Relativamente aos impostos indirectos, o IVA continua a ter o bom desempenho dos meses anteriores, embora em Julho se tenha verificado uma ligeira redução das receitas provocadas por estes impostos. Contudo, segundo a DGO é uma tendência temporária.
Um factor que também pode justificar esta inversão de tendência registada na receita destes impostos até Junho deste ano são os efeitos provocados pelo aumento da taxa do IVA na receita do IA e no IT.
No lado da despesa, houve um aumento de 7.6% para os 24.77 mil milhões de euros. Significa que embora tenha havido um crescimento, quando comparamos com valores anteriores, chegamos à conclusão que o crescimento foi menor.
É de esperar que o crescimento com os gastos continue a diminuir nos próximos meses tendo em consideração « o diferente padrão de execução de transferências para o Serviço Nacional de Saúde, Segurança Social e para a EP – Estradas de Portugal, EPE.» No entanto, registam-se aumentos nestas transferências salientando-se as transferências para o SNS que subiram 26.3% e as transferências para a SS que aumentaram 20.3%. Para a Caixa Geral de Aposentações foram transferidos mais de 150 milhões de euros.
A contribuir para a redução do crescimento estão as despesas com o pessoal que diminuíram 1.4%. Esta redução concentrou-se essencialmente no Ministério da Educação reflectindo uma redução do número de efectivos de professores no ensino básico e secundário e o congelamento de escalões.
Preço: €
(2006-08-17) Pesos pesados arrastam PSI 20 para terreno negativo. Hoje, o PSI 20 abriu em terreno vermelho e neste momento está com uma desvalorização de 0.30% com 9861.68 pontos.
A contribuir para estes valores estão alguns pesos pesados, como é o caso do BPI que desvaloriza 0.34%, atingindo uma cotação de 5.87€. O BCP está com uma variação negativa de 0.43%, depois de ontem ter sido noticiado que os clientes que utilizam a internet como meio de comunicação com esta instituição bancária foram alvo de pirataria informática. A EDP segue com uma cotação de 3.18€ e uma desvalorização de 0.63%. A liderar as descidas está a Pararede a descer 4.13% e a cotar 0.23€. Também em terreno negativo estão a PTelecom e a PT Multimédia com uma desvalorização de 0.71% e 0.31% respectivamente. Neste momento, a PTelecom está a cotar 9.78€ e a PT Multimédia 9.58€.
A impedir uma maior queda do índice está o Grupo de Belmiro de Azevedo. A Sonae Ind. segue a valorizar 1.74% com uma cotação de 6.43€ e a Sonaecom está com uma variação positiva de 0.43%, depois do Conselho de Administração ter convocado os accionistas para uma Assembleia Geral Extraordinária que irá realizar-se em Setembro, em que um dos objectivos é deliberar um aumento do capital da empresa.
A Cofina que apresenta uma valorização de 1.31% também contraria os valores maioritariamente negativos da Bolsa Portuguesa.
No resto da Europa, o CAC segue também em terreno negativo, com uma descida de 0.12%, bem como o FTSE que segue com uma variação negativa de 0.02%. O IBEX e o DAX estão em terreno verde com valorizações de 0.02% e 0.04%, respectivamente.
Preço: €
(2006-08-16) Desemprego diminui pelo 5º mês consecutivo. Contrariando as previsões da Comissão Europeia que apontavam para o crescimento do desemprego em Portugal, pelo menos até 2007, o desemprego diminuiu pelo 5º mês consecutivo em Julho, comparando com valores de período homólogo, atingindo uma diminuição de 5.1%, segundo dados avançados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional.
No final do mês de Julho, estavam inscritos nos Centros de Emprego 436.901 pessoas, menos 23.511 desempregados que no mesmo período de 2005.
Se compararmos estes valores com o mês de Junho mantém-se a tendência de diminuição com uma diferença de 1.3%, menos 5.598 desempregados que no mês anterior.
Todas as regiões do país registaram uma diminuição deste indicador, com a excepção da Região Autónoma da Madeira onde o desemprego homólogo aumentou 6.3% em Julho. A diminuição mais acentuada verificou-se no Alentejo que registou uma redução de 13.5%.
A componente procura do primeiro emprego que corresponde a 93.2% das inscrições ocorridas nos Centros de Emprego, diminuiu 5.7% em relação a período homólogo.
Todos os níveis de habilitações literárias acompanharam esta tendência com excepção dos licenciados que registaram um aumento de 13.8%.
Fazendo uma análise sectorial, os dados confirmam que de todas as inscrições nos Centros de Emprego, a maior fatia pertence aos trabalhadores não qualificados dos serviços e comércio (53.529), dos empregados de escritório (50.320), dos serviços de protecção e segurança (44.376) e dos trabalhadores não qualificados das minas, construção civil e indústria transformadora (38.792).
A redução do desemprego embora seja comum nos homens e nas mulheres, foi mais acentuada nos primeiros, com uma diminuição de 7.5%, sendo que as mulheres representam 57.8% deste universo, segundo a Agência Lusa.
Os desempregados com menos de 25 anos diminuíram 12.3% e com mais de 25 anos diminuíram 4%.
Os Centros de Emprego receberam, ao longo do mês de Julho, 8.858 ofertas de emprego, um valor maior do que o verificado em Julho do ano passado, mas menor em 10.8% do que o registado no mês de Junho deste ano.
Preço: €
(2006-08-14) Regimes especiais e isenções contributivas da Segurança Social, vão reduzir drasticamente. Mais de um terço dos trabalhadores portugueses pagam taxas reduzidas para a Segurança Social.
Hoje em dia, existem 4.3 milhões de pessoas a beneficiarem dos 36 regimes especiais existentes na Segurança Social e que por isso pagam menos contribuições.
Deste grupo de pessoas fazem parte as domésticas, os padres, pescadores e agricultores, profissionais de futebol, reclusos, bombeiros, e estes são só alguns exemplos dos beneficiários que custaram ao Estado, em 2005, 271 milhões de euros.
O Ministro Viera da Silva já tinha manifestado a intenção de acabar com esta situação e o Programa de Reestruturação da Administração Central dos Estado vem reiterar essa posição. Segundo este documento avança «existe um número muito significativo de regimes especiais e de isenção contributivas, algumas das quais já não se justificam à luz dos objectivos que lhe deram origem.»
Alguns dos regimes especiais que existem têm como objectivo incentivar a criação da emprego e estes têm sido desastrosos para os cofres do Estado.
No âmbito deste objectivo, em 2005, existiam 94273 beneficiários e estes custavam ao Estado mais de 116 milhões de euros o que dá em média 1 milhão de euros por cada posto de trabalho criado.
Um dos subsistemas contributivos é o dos bancários. Algumas entidades bancárias privadas pretendem integrar todos os seus trabalhadores no regime Geral da Segurança Social e em contrapartida entrega os activos dos seus Fundos de Pensões. Mas tal como aconteceu aquando da integração de Fundos de Pensões da Caixa Geral de Depósitos, este negócio pode não beneficiar em nada o Estado, muito pelo contrário. E isto deve-se ao facto dessas entidades bancárias quererem negociar tendo como base a tabela de mortalidade francesa (TV 73-77) que está bastante desactualizada da realidade dos trabalhadores bancários, uma vez que a esperança de vida é bastante maior e por isso maior serão as responsabilidades do Estado.
Fora destas intenções de reduzir ou mesmo acabar com os regimes especiais fica um sistema alargado de protecção para pessoas portadoras de deficiência, tal como referencia o Correio da Manhã.
Preço: €
(2006-08-11) O rescaldo dos atentados terroristas de Londres. Hoje, o preço do petróleo está a subir, corrigindo as fortes quebras verificadas ontem depois de se saber dos atentados terroristas que ocorreram em Londres.
Com a forte convicção de que iria haver uma redução acentuada na procura de combustíveis, provocado pela diminuição da actividade de tráfego aéreo, ontem a queda do petróleo chegou a atingir os 3%.
O mercado encontra-se, neste momento a corrigir esses valores, depois de não se terem verificado mais ameaças terroristas e o crude sobe então para os 74.27 dólares.
O brent, que serve de referência para as importações nacionais, segue a aumentar 0.64% para os 75.76 dólares, depois de ontem ter chegado a desvalorizar 2.82%.
Relativamente ao mercado cambial o euro está valorizar face ao dólar, valendo já 1.2778 dólares.
O dólar, como seria de esperar, foi bastante penalizado uma vez que os atentados de ontem tinham como alvo aviões que se dirigiam para os Estados Unidos da América.
No que diz respeito ao mercado bolsista, os principais índices estão hoje a recuperar do susto de ontem e encontram-se todos em terreno positivo. O índice espanhol soma 0.19%, o FTSE 0.03%, o DAX 0.29% e o CAC valoriza 0.38%.
O índice nacional encontra-se também a valorizar atingido os 0.20% para os 9809.27 pontos.
A impulsionar estes valores estão títulos como a Novabase que lidera o ranking das subidas, a valorizar 2.41% chegando a um cotação de 5.95€. Depois do governo anunciar que apoia o spin-off da PT Multimédia e investimentos da PTelecom no Brasil, estes dois títulos estão também a subir, com variações de 1.57% e 0.51% respectivamente.
No extremo oposto, em terreno negativo, está a Impresa, no dia em que a Autoridade da Concorrência aplica uma multa à Sic e à Tv Cabo pelo acordo de exclusividade e preferência que existe entre estas duas empresas que segundo AdC viola as leis da concorrência.
A descer está também o BES com uma desvalorização de 0.60%, e a Brisa -0.13%, com uma cotação de 7.98€.
Preço: €
(2006-08-10) Ataques Terroristas penalizam as Bolsas Europeias. O mercado Bolsista está generalizadamente em queda, depois de ter sido noticiada uma forte intervenção anti-terrorista em Londres, onde estava iminente um ataque a vários voos com destino aos Estados Unidos, podendo provocar “a perda de um número considerável de vidas”, como afirmou o Ministro do Interior, John Reid.
Com o receio de que possam vir a acontecer mais atentados terroristas na Europa, as praças europeias estão em franco terreno negativo.
O índice alemão lidera as quedas com o DAX a descer 2.23%. Em Londres, o FTSE cai 1.55%. O índice de Paris cede 1.6% e o vizinho IBEX cai 1.51%. O incide nacional é o menos penalizado, embora esteja a perder 0.54%.
Este facto pode ser explicado pelo facto de não haver companhias aéreas cotadas no PSI 20.
Relembrando o que aconteceu em 2001, aquando do ataque às Torres Gémeas e ao Pentágono, que várias companhias dos sectores aéreo e turístico a registarem prejuízos recordes e muitas delas chegaram mesmo a decretar falência, é natural que as empresas destes ramos sejam as mais afectadas por estas notícias vindas de Londres.
Centenas de voos estão já a ser cancelados o que obviamente quebra as expectativas das companhias aéreas, que nesta época têm sempre um aumento dos seus proveitos, o que inevitavelmente assusta os investidores.
Assim, a Ibéria desce 2.59% para os 19.21 euros. Em França, a Air France cede 2.73% cotando agora 19.21 euros e na Alemanha a Lufthansa desce 2.9% para os 14.23 euros.
A British Airways é, como era de esperar a mais penalizada, com uma quebra de 4.4%, embora tenha estado a perder 5%.
Em Londres, o nível de alerta da população foi elevado para o máximo passando de «severa» para «Critico», “o que significa que um ataque é esperado de forma iminente e indica um nível extremamente elevado de ameaça contra o Reino Unido”, como explica o MI5, o serviço de contra-espionagem.
Preço: €
(2006-08-09) Taxas de Juro versos Inflação Nos Estados Unidos, a taxa de juro mantém-se inalterada nos 5.75%, embora para o presidente da reserva Federal, bem como para o seu comité, tenha sido bastante difícil optar por correr o risco de uma subida generalizada dos preços, para não agravar o abrandamento da economia já instalado, instigado pela política monetária de contracção.
De qualquer forma, a FED deixou bem claro que, dependendo da evolução da economia, a possibilidade de ter que voltar a aumentar o preço do dinheiro está patente, afirmando mesmo que “mantêm-se alguns riscos de inflação e a amplitude e o timing de qualquer subida adicional que possa ser necessária para gerir riscos vai depender da evolução do panorama de inflação e do crescimento económico”.
Já Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu, disse relativamente ao velho continente que “as subidas da taxa de juro estão praticamente garantidas”. Estas perspectivas de aumento acontecem uma vez que se mantém a tendência de riscos inflacionistas, o que leva os investidores da União Económica e Monetária a não esperarem uma pausa na subida dos juros, como a que se verificou nos Estados Unidos.
Contas feitas pelo «Diário de Notícias» mostram que um agravamento de um ponto percentual nas taxas de juro pode custar aos agentes económicos portugueses cerca de 1750 milhões de euros, ou seja, 175 euros por cada habitante e 1% do PIB. Este custo adicional é resultado da passagem de uma taxa de juro de referência de 2% verificada no passado mês de Dezembro para os 3% taxa aplicada a partir da última reunião de 3 de Agosto deste ano.
Embora o acréscimo de encargos seja global, o maior impacto dá-se ao nível dos particulares. Se considerarmos que no final do ano passado o endividamento global deste sector atingia os 123.7 mil milhões de euros e assumindo que deste valor 80% tem taxas indexadas ao mercado, então o acréscimo de encargos provocado pelo aumento de um ponto percentual sobe para os 990 milhões de euros.
Preço: €
(2006-08-08) O mercado bolsista abre em alta, no dia em que o preço do petróleo corrige após máximo histórico. Após ter sido descoberta uma nova perda no oleoduto de Prudhoe Bay, o Grupo BP reduziu a sua produção em 400 mil barris diários. Com receio de uma quebra no abastecimento dos mercados internacionais, os preços dispararam, alcançando novos máximos, chegando em Londres aos 78.64 dólares por barril. Hoje, o mercado começa a corrigir esse valores e nas primeiras horas de negociação o crude em Nova Iorque estava a ser transaccionado a 76.76 dólares por barril, e em Londres, o IPE Brent, crude de referência para a Europa estava a descer 0.20 dólares, passando para os 78.10 dólares.
A bolsa Portuguesa abriu em alta de acordo com as restantes praças europeias, depois da correcção do preço do petróleo verificada hoje.
Assim, o PSI 20abriu a ganhar 0.08% para os 9746.6 pontos. Ás 11h30m, este índice seguia a ganhar 0.13% com 9750.83 pontos.
A impulsionar este ganho está a Pararede com uma valorização de 4.35% e com uma cotação de 0.24€, seguida pela SonaeCom com uma variação positiva de 1.77% chegando a uma cotação de 4.60€. Também em terreno verde estão a Altri a valorizar 1.42% e a EDP com 0.96%, com cotações de 2.85€ e 3.15€, respectivamente.
Em terreno negativo está a Mota Engil a perder 0.45% e a Brisa com uma variação negativa de 0.38% depois da Imprensa ter avançado a noticia que esta ultima vai ter que crescer no exterior através de aquisições.
A Sonae Ind., a Jerónimo Martins e a PT Multimédia estão também a travar uma maior valorização do índice Português.
Sem sofrerem alterações, encontram-se dois grandes da Banca, O BCP e o BES, bem como a Sonae SGPS e a PTelecom.
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(2006-08-07) Portugal poderá vir a ter uma companhia aérea de low – cost. Na mesma altura em que a TAP anuncia um aumento dos preços das viagens de longo curso, é aberta a possibilidade de Portugal vir a ter uma companhia aérea de baixo custo.
Para fazer face aos sucessivos aumentos do preço dos combustíveis, e tendo em conta que o preço do petróleo relativamente ao ano passado aumentou 22%, a TAP vê-se obrigada a aumentar novamente a sobretaxa para os combustíveis. Esta sobretaxa foi criada em Agosto de 2004 e desde então já aumentou 6 vezes, tendo sido a última em Abril deste ano.
Assim, e já a partir desta terça-feira, os voos de longo curso vão ter uma sobretaxa aplicada de 55€, que corresponde a um aumento de 15€.
Este aumento é justificado pelo acréscimo de encargos com combustíveis que a TAP teve de 46%, relativamente ao primeiro semestre do ano passado.
Segundo o que esta fonte da operadora aérea portuguesa adiantou à “Agência Lusa” este aumento está em linha com as das companhias concorrentes: as operadoras europeias e norte-americanas.
A criação de uma companhia aérea portuguesa de baixo custo é uma possibilidade apoiada pela maioria (67.7%) do painel do Barómetro da Academia Aberta do Turismo do Instituto de Planeamento e desenvolvimento do Turismo. Esta medida foi levantada no âmbito do apoio ao sector turístico e reflecte dados recentemente lançados pela ANA: 1 em cada 10 passageiros que embarcaram e desembarcaram em Lisboa viajou numa companhia de low-cost. Isto significa que 550.4 mil pessoas optaram por este tipo de companhias.
Quanto à promoção turística externa de Portugal, 88.7% do painel diz ser “muito importante” ou “importante” a utilização da companhia aérea nacional.
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(2006-08-04) BES torna-se maior accionista da PT Multimédia. Depois de, na semana passada, Ricardo Salgado ter declarado que o BES espera uma decisão por parte das entidades reguladoras (Autoridade da Concorrência e a Anacom) relativamente à OPA lançada pela Sonaecom à PT, para decidir aquilo que fará com o capital desta empresa de que é detentor, o BES torna-se o maior accionista da PT Multimédia em consequência do processo de spin-off realizado por esta empresa. Este processo, faz parte de um plano de defesa por parte da PT. Deste conjunto de medidas fazem, também parte, um reforço do financiamento do fundo de pensões em mil milhões de euros e ainda um aumento da remuneração dos accionistas.
No âmbito do spin-off, cada accionista da PT recebe 4 acções da PT Multimédia por cada 25 acções que detenham da PT.
Ora o BES enquanto accionista da PT Multimédia, já é detentor de 23.573.724 acções. Ao receber 15.101.031 que advém deste processo, fica com um total de 38.675.755 acções o que representa 12.51% do capital desta empresa, tornando-se assim o maior accionista.
Relativamente aos valores no mercado bolsista, o PSI 20 abriu em alta a ganhar 0.2%, e mantém-se em terreno verde com uma variação de 0.10%, muito impulsionado pelos valores apresentados pela PT Multimédia. Este título lidera das subidas com uma variação de 2.13% e com uma cotação de 9.61€. O sector da banca também tem contribuído pelo estado positivo do índice.
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(2006-08-03) Sonae tem luz verde para juntar TMN e Optimus. A empresa de Paulo Azevedo recebe autorização por parte da Autoridade da Concorrência para integrar os negócios da TMN (Portugal Telecom) e Optimus (Sonae), segundo foi noticiado hoje pelo Jornal de Negócios.
A AdC sustenta esta sua decisão no facto de acreditar que o domínio dos dois negócios por parte da Sonae não afectará negativamente a concorrência do mercado. De qualquer forma, com a junção das operadoras móveis a entidade reguladora vai criar condições para o surgimento de um novo operador.
No entanto, a Anacom exige que a empresa não avance para uma fusão jurídica das duas operadoras. Condição esta aceite por parte da Sonaecom, mas esta não garante que a manutenção das duas marcas no mercado.
Estão a ser negociadas então condições que possam atenuar os efeitos menos abonatórios do mercado concorrencial, entre elas a venda prioritária ao futuro operador das torres desactivadas.
A decisão final por parte da AdC relativamente à OPA sobre a PT é esperada para o final de Agosto, mas a Telefónica acredita que o “núcleo duro de accionistas, que representa menos de 1/5 do capital da empresa seja suficiente para impedir a desblindagem de estatutos e assim matar a OPA em assembleia-geral”.
Com esta notícia aconteceu o que seria de esperar no mercado bolsista: as acções do grupo Sonae, a Sonae SGPS e a Sonaecom registam valorizações acima dos 3%.
A Sonaecom abriram o mercado a valorizar já mais de 2%, mas rapidamente passou para uma valorização de 3.74%. Às 12h30 minutos está acção cotava a 4.65€ depois de já ter atingido valores máximos de 4.72€.
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(2006-08-02) Pesos pesados mantêm PSI 20 em terreno positivo. No dia em que o petróleo atinge em Londres valores acima dos 76 dólares por barril, o mercado bolsista abriu em terreno verde e assim se mantém. O PSI 20 às 11h05m apresentava valores de 9686.49 com uma variação positiva de 0.10%.
A comandar as subidas encontra-se a Altri, que subiu 2.96%, para uma cotação de 2.78€ no dia em que a Autoridade da Concorrência autorizou a aquisição da papeleira Celbi por parte da Altri.
Também a subir encontra-se a Sonae Ind. Com uma variação de 1.59% com uma cotação de 6.37, a Semapa cotando à hora referida 7.92€ e por isso com uma variação de 0.89% e o BCP que sobe 0.4% situando-se nos 2.24€.
Em terreno negativo encontramos a MotaEngil, que deslizou 1.12% para uma cotação de 4.40€, a Sonae Com. A cotar 4.54€ depois de uma descida de 0.66% e a EDP com uma variação negativa de 0.32% passando para uma cotação de 3.09€. Todos estes títulos contrariam hoje a tendência da semana uma vez que registavam subidas consecutivas há já alguns dias.
A Brisa, por seu lado mantém a tendência negativa com uma variação de 0.38% cotando-se nos 7.96.
No grupo dos títulos que se mantém inalterados temos o BPI que continua com uma cotação de 5.80€, a Cimpor e a Cofina, com cotações de 5.24 e 3.77, respectivamente a Pararede situando-se nos 0.23€ e a Sonae SGPS que cota a 1.24.
No Mercado Europeu a generalidade dos Índices encontra-se também em terreno verde: O CAC40 está com uma variação positiva de 1.06%, o DAX30 de 1.11%, o FSTE100 sobe 0.58% e o IBEX35 com uma subida de 0.90%.
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(2006-08-01) Taxa de Desemprego na Zona Euro desce atingindo mínimos de há cinco anos Segundo dados lançados hoje pela Eurostat, o desemprego na Zona Euro apresenta uma descida de 0.1%, relativamente ao mês anterior situando-se, neste momento, nos 7.8%. No final de Junho existiam na economia da moeda única 11.5 milhões de desempregados.
Portugal acompanha esta descida e com igual valor chegando aos 7.4% da população activa.
Se alargarmos o universo à União Europeia dos vinte cinco a taxa de desemprego sobe para os 8.1%, embora tenha sido registada uma diminuição também de 0.1% no mês de Junho.
As taxas de desemprego mais baixas encontram-se na Holanda com 3.8%, na Dinamarca com 3.9% e na Irlanda com 4.4%. No outro extremo da escala encontramos taxas de desemprego de 16% na Polónia, 15.1% na Eslováquia e 8.7% na França.
De uma forma global, o desemprego subiu em sete estados membros da União Europeia e desceu em 17 países. No final de Junho havia, assim 17.7 milhões de desempregados co conjunto dos vinte e cinco países.
Analisando este indicador por géneros houve uma descida mais acentuada nas mulheres passando de uma taxa de 10.15% para uma de 9.1%, do que nos homens que desceu também mas dos 7.5% para os 6.8%.
Estes dados confirmam que se está a verificar uma recuperação económica na Zona Euro o que para alguns especialistas reitera a possibilidade do Banco Central Europeu aumentar as taxas de juro no dia 3 de Agosto.
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(2006-07-31) Mercados europeus iniciam mercado com os seus índices a cair. Num dia em que se aguardam divulgações de resultados e em que os especialistas prevêem que o Banco Central Europeu suba as taxas de juro já a meio desta semana os índices encontram-se a cair, mas é natural que os resultados que serão divulgados venham condicionar a evolução destes mercados.
Mas antes desses resultados e pouco depois da abertura do mercado temos índices como o IBEX-35 de Madrid a cair 0.36%, o S&P/Mib de Milão a desvalorizar 0.21%, o DAX XETRA de Frankfurt a perder 0.22% a CAC – 40 de Paris a perder 0.17% e o FTSE – 100 de Londres a diminuir 0.15%.
Por cá, o PSI-20 também estava a perder 0.09% para os 9659.11 pontos.
Podem destacar-se as quedas de títulos como a EDP que perde 0.32% para os 3.09 euros, do BCP que desvalorizam 0.44% passando para os 2.24 euros e também os da PT que deslizam para os 9.71 euros perdendo 0.1%.
A subir estão os títulos do BPI que passaram para os 5.78 euros (valorizou 0.35%), os da SONAE Indústria a subirem 0.65% para os 6.23 euros e a SONAE SGPS que estava a ganhar 0.81% passando para 1.25 euros.
A nível geral, dos vinte títulos que compõem o PSI-20 a subir estavam 7 títulos, nove encontravam-se a descer e quatro ainda não tinham sido negociados.
Pode dizer-se também que o volume de negócios tem sido fraco devido ao facto de muitos investidores se encontrarem de férias.
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(2006-07-28) Quatro maiores Bancos privados aumentam o seu lucro para os 956.58 milhões de euros. Segundo os dados avançados pelo BPI, BCP, BES e o Santander Totta, os lucros obtidos no primeiro semestre deste ano totalizam os 956.56 M€, um aumento significativo relativamente aos valores obtidos no período homólogo de 2005 que se situaram nos 727.47 M€.
O Banco Português de Investimento lidera esta lista com um aumento de 39% relativamente ao ano passado. Os recursos totais de clientes aumentaram 11.6% dos quais 9.6% são referentes a depósitos e 25% correspondem a seguros de capitalização. O crédito habitação, grande fatia dos créditos concedidos, teve uma subida de 7%.
O produto bancário do banco subiu na sua totalidade 7.6% para os 34.2 milhões de euros.
Quanto às componentes principais a margem financeira aumentou 5.2%, as comissões líquidas 11.8% e os lucros das operações 16.2%.
A actividade doméstica à qual esteva afecta 86.4% do capital próprio do grupo teve um crescimento de 22.2% e a internacional apresenta em expressivo crescimento de 115% relativamente aos valores dos primeiros seis meses do ano passado.
O Banco Comercial Português mantém a liderança de mercado e apresenta um aumento dos seus lucros de 31% com um valor de 396 milhões de euros.
A sua margem financeira aumentou 6.3% e as comissões líquidas 11%. Relativamente ao produto bancário o aumento situa-se nos 8%, aumento idêntico aos dos recursos totais dos clientes. A sua carteira de crédito aumentou 9% com o crédito à habitação a aumentar 21%. A rendibilidade dos capitais próprios atingiu os 22%
Relativamente ao terceiro maior banco privado o Banco Espírito Santo, este obteve um resultado líquido de 200.7 milhões de euros que representa um aumento de 34.7%.
A margem financeira aumentou 12.3% e as comissões líquidas 10.6%.
O crédito a clientes aumentou 13.6% contribuindo assim para um aumento de 9.7% na captação de recursos totais de clientes. Este Banco apresentou uma rendibilidade de capitais próprios médios de 17.6% valores significativamente mais elevados aos de 2005.
Por último, o Santander Totta, considerado o melhor banco português viu os sue lucros subirem 25.4% no primeiro semestre. O banco adianta que a margem financeira chegou a um aumento de 8.3% e as comissões líquidas aumentaram 39.3 M€ de Junho de 2005 para Junho de 2006. No que se refere ao produto bancário e actividade de seguros este grupo cresceu 9.6% atingindo os 553.8 milhões de euros.
O volume de negócios do Santander aumentou 10.7% subindo para os 56.8 M€.
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(2006-07-27) Melhoria na Actividade Económica portuguesa Em Julho, os dados avançados pelo índice de confiança na evolução a curto prazo da economia medido pelo ISEG, mostrou uma ligeira subida face ao mês de Junho.
O valor deste índice é calculado através da média simples dos valores entre 0 e 100 atribuídos por cada membro do painel, que é constituído por 16 professores do Instituto (corresponde à base qualitativa) e quantitativamente através de valores avançados pelo Instituto Nacional de Estatística e de relatórios de instituições especializadas na actividade económica.
O INE já tinha avançado que, relativamente ao segundo trimestre do ano a actividade económica tinha mostrado melhorias e que pela conjuntura seria uma tendência a manter, tanto que o Banco de Portugal tinha revisto em alta a previsão de crescimento para 2006.
A reiterar estes dados está do lado da oferta uma trajectória positiva no que diz respeito a alguns subsectores da indústria e dos serviços. Mas o grande impulsionador foi mesmo a procura externa enquanto que a interna apresenta uma estagnação admitindo-se um agravamento no investimento e um ligeiro crescimento do consumo privado.
A inflação continua a aumentar mas no último mês do trimestre apresentou já um abrandamento o que fez com que o diferencial deste indicador relativamente à zona Euro voltou a diminuir.
Embora toda esta informação seja animadora, Victor Constâncio já alertou para o facto de que Portugal só conseguirá um crescimento com valores próximos dos valores médios da Europa muito provavelmente em 2008.
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(2006-07-26) Crédito Habitação fica novamente mais caro Segundo os últimos dados avançados pelo Instituto Nacional de Estatística, as taxas de juro implícitas usadas nos contratos em vigor para os três prazos sofreram acréscimos mensais, fixando-se neste momento nos 3.831% (3 meses), 3.686% (6 meses) e 3.730% (últimos 12 meses).
A subida mensal ocorrida na taxa de juro implícita aplicada ao conjunto de contratos de crédito à habitação abrange os dois regimes: o regime geral, em que a subida foi de 0.101 p.p e o regime bonificado que foi de 0.096 p.p.
Com a continuada subida da Euribor, taxa de referência usada no cálculo da taxa de juro nos empréstimos à habitação, é natural que o crédito mal parado mantenha a tendência mostrada até agora: a de um aumento significativo, principalmente no crédito concedido para comprar casa.
Outra consequência desta subida das taxas é o facto dos portugueses optarem cada vez menos por investir na compra de casa. Segundo a ASFAC tem-se verificado uma diminuição no crédito concedido a todos os níveis mas salientando-se o crédito concedido para habitação.
Outros dois factores que estão ligados a esta escalada das taxas pelo sétimo mês consecutivo são o consumo privado, na medida em que os portugueses têm que optar cada vez mais, fazendo uma escolha racional e por isso consumir muito menos e o investimento porque não há capacidade para tal.
Estas subidas continuadas da Euribor acontecem, segundo o presidente do Banco Central Europeu, para que se possa travar a tendência inflacionista que ainda existe. Jean Claude Trichet sublinha os riscos significativos que continuam a existir sobre a estabilidade dos preços.
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(2006-07-25) Trabalhadores com Recibos Verdes vão descontar mais. Segundo noticiado hoje pelo Correio da Manhã, os trabalhadores independentes vão descontar mais para o regime da Segurança Social.
No âmbito da reforma da Segurança Social, e segundo o relatório do Ministério do Trabalho e da segurança Social vai ser criado um mecanismo que permita efectuar uma correcção anual sempre que o rendimento real dos trabalhadores se apresente superior ao rendimento convencional tido como base tributável para efeitos fiscais.
A Juntar a esta medida, o documento acrescenta ainda uma outra, que consiste na tributação do somatório do salário obtido através do trabalho por conta de outrem e do auferido através de recibos verdes.
Segundo o Ministro Vieira da Silva, estas medidas são tomadas de forma a travar a fuga dos contribuintes, uma vez que estes eram tributados sobre um valor muitas vezes inferior ao que realmente recebiam.
Espera-se um impacto real decorrido destas acções uma vez que se reflectem num universo de um milhão de trabalhadores.
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(2006-07-24) A atracção pelos Certificados de Aforro Em Janeiro de 2006, este produto financeiro apresentava um volume de subscrição de 16364 mil milhões de euros, o que quer dizer que em seis meses foram investidos mais de 4 mil milhões de euros, já que no mês passado encontrava-se nos 20554 mil milhões de euros.
Os Certificados de Aforro são por definição títulos de dívida Pública e por isso, oferecem segurança e garantias por parte do Estado.
Dada a conjuntura actual do nosso País, do Rendimento Disponível dos portugueses, pouco sobra para o investimento e quando sobra são procurados na sua maioria investimentos com um reduzido risco associado. Se somarmos a este aspecto a contínua subida da Euribor e tendo em conta que a taxa oferecida pelos certificados de aforro é calculada com base nas últimas vinte observações da Euribor a três e doze meses, estes títulos tornam-se bastante atractivos para uma determinada classe de investidores: os que optam por investimentos de poupança.
A vincar ainda mais todas estas vantagens, há ainda o facto deste produto financeiro oferecer um prémio de fidelidade: à taxa definida é acrescentado um prémio de permanência semestral.
Aliando estas circunstâncias à diminuição de incentivos para a subscrição de outros produtos, como por exemplo, as contas de poupança – habitação, que para além de terem sido retirados quaisquer benefícios fiscais, e em consequência do aumento consecutivo das taxas de juro, o objectivo desta aplicação, que é a compra de casa estar a diminuir cada vez mais, não é de estranhar esta corrida à subscrição destes títulos emitidos pelo Instituto de Gestão do Crédito Público e comercializados pelos CTT.
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(2006-07-20) AdC avaliada pelo FMI A Autoridade de Concorrência foi elogiada pelo Fundo Monetário Internacional relativamente às medidas de enorme importância que têm sido tomadas por este organismo em áreas como a de controlo de concentração e também de combate aos cartéis.
Em consonância com esta análise, já a Global Compatition Review tinha atribuído um aumento na classificação da AdC, num ranking onde são analisadas 38 agências de todo o mundo.
O FMI explica em comunicado que «os progressos recentemente alcançados em sectores chave poderão ser especialmente importantes, dado que os preços neste sectores são relativamente elevados, aumentando os custos de produção em toda a economia»
Duas das medidas referidas como importantes esforços, foram as tomadas na área das telecomunicações, uma vez que implementou uma maior concorrência do sector e também no sector energético.
Se neste último os consumidores ainda não usufruem das consequências das medidas implementadas, no sector das telecomunicações isso já acontece: assistimos à transformação deste mercado, tornando-se bastante competitivo, consequência de um aumento significativo da concorrência que se traduz em lançamentos de campanhas capazes de tornar mais atractiva cada operadora de telecomunicações, o que conduz inevitavelmente a uma melhoria das condições para o consumidor salientando-se a redução de preços.
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(2006-07-19) Moeda Única penalizada pelo fortalecimento do Dólar O Euro atingiu um mínimo relativamente ao Dólar em três meses, consequência do enorme fortalecimento do Dólar. Este acontecimento é provocado não só pela crescente procura de activos em Dólares, considerados pelos investidores mais seguros face à situação do Médio Oriente, bem como pela conjuntura interna do país.
Poderão ocorrer aumentos da inflação norte-americana uma vez que se verificou um ganho considerável dos preços ao consumidor, excluindo o sector da alimentação e energético, que terá que ser combatida pelo aumento das taxas de juro.
Na Europa, o Euro embora tenha apresentado um ligeiro aumento provocado pela subida dos preços do sector energético que pressionam o índice de preços ao produtor, hoje, nas primeiras horas de negociação tinha um valor inferior ao de ontem à tarde cotando-se nos 1,2502 dólares, perdendo assim terreno para a divisa norte-americana.
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(2006-07-18) O Banco de Portugal reviu em alta as expectativas de crescimento da economia portuguesa para o ano de 2006 e 2007 com valores de mais 0.4 e mais 0.5 p.p respectivamente, tendo como referência os valores apresentados em 2005.
Esta alteração das expectativas reflecte uma recuperação da economia ao longo de 2005, bem como do primeiro trimestre de 2006.
No entanto, os acontecimentos no Médio Oriente que têm provocado níveis históricos no preço do petróleo deixa preocupado Victor Constâncio, uma vez que se essa situação se mantiver poderá ter graves consequências na inflação e no crescimento económico português devido à enorme dependência que Portugal tem desta matéria-prima.
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(2006-07-04) Euro valoriza após publicação de dados macroeconómicos decepcionantes para EUA A moeda única sobe em relação ao dólar depois de terem sido comunicados dados negativos para os EUA.
O euro já ontem tinha subido com a tomada de mais valias do dólar, no seguimento da publicação de dados macroeconómicos decepcionantes para aquela que é a maior economia do mundo.
Neste momento a moeda única está a cotar acima dos 1,28 dólares justificando as primeiras horas de negociação.
Com os mercados dos EUA fechados devido à celebração do dia de independência, concluímos que deverá ser uma negociação tranquila, onde um euro vai valendo 1,2816 dólares.
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(2006-06-30) Subida dos preços do petróleo na estação de maior consumo Com a crescente procura por gasolina no verão dos estados EUA e sendo esta a estação de maior consumo, o preço do petróleo continua a aumentar.
Esta situação ocorre visto esta ser uma altura de grande consumo de gasolina nos EUA e principalmente depois das reservas terem baixado, origina uma elevada procura, razão pela qual os preços sobem.
Neste momento em Nova Iorque o preço do barril sobe para os 73,74 dólares. Por outro lado em Londres referência para a Europa, o barril sobe para os 73,14 dólares.
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(2006-06-29) Autoridade da concorrência vai notificar Millennium bcp e o BPI
Os bancos Millenium bcp e BPI já foram notificados pela Autoridade da Concorrência da sua decisão sobre a passagem da concentração destes bancos a investigação aprofundada.
Segundo Paulo Teixeira Pinto, CEO do Millenium bcp, a operação de concentração ente o BPI e o Millenium bcp, é normal que seja encaminhada para uma investigação aprofundada pela Autoridade da Concorrência, visto envolver uma empresa líder de mercado.
A autoridade da concorrência só poderá adiantar a sua decisão depois de confirmar que as empresas envolvidas receberam a notificação, embora a decisão esteja tomada.
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(2006-06-28) As esperadas subidas dos juros continuam a penalizar as principais bolsas Ontem um responsável do BCE transmitiu indícios de um possível aumento nas taxas de juro na Europa e também nos EUA. Essa notícia está a condicionar a bolsa nacional e as principais praças europeias.
A Reserva Federal norte-americana vai estar reunida hoje e amanhã, situação que origina algum cuidado, logo os mercados estarão bastante cautelosos nestas sessões.
Em Lisboa, o PSI20 iniciou a sessão a perder 0,36% para os 9.390,22 pontos, no resto da Europa o dia também avança no vermelho, penalizados pelo fecho negativo de ontem dos EUA. O CAC perde 0,41%, o IBEX 0,37%, o FTSE 0,16% e o DAX 0,46%.
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(2006-04-12) A Corticeira Amorim atribui um dividendo de 5 cêntimos por acção.
Segundo o comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, os dividendos serão pagos a partir de 28 de Abril.
Em termos líquidos o montante será de 4 cêntimos, sendo essa a remuneração dos accionistas referentes ao exercício de 2005
A aprovação foi efectuada em assembleia-geral de accionistas da Corticeira no dia 31 de Março de 2006.
As acções da Corticeira Amorim apresentam valores próximos de 1,95 euros.
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(2006-04-05) Banco holandês reforça participação no Banco Comercial O ING Bank NV aumentou a sua participação no BCP para 3,18% do capital, segundo informações retiradas do comunicado enviado à CMVM.
O banco holandês adquiriu a 29 de Março de 2006 cerca de 45,90 milhões de acções do BCP através de duas transacções. O preço de comercialização foi de 2,65 euros por acção ficando com 114,95 milhões de acções do Banco Comercial Português, correspondentes a 3,18% do capital social.
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(2006-04-03) Portugal Telecom recebe dividendos A PT vai receber dividendos no valor de 15,68 milhões de euros referentes à Companhia de Telecomunicações de Macau. A Portugal Telecom detém 28% da companhia de telecomunicações da Região Administrativa Especial chinesa.
O lucro da empresa de Macau foi de 560 milhões de patacas que corresponde a 56 milhões de euros.
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(2006-03-23) Cofina diminui participação na Avanzit A Cofina indicou que alienou mais de 915 mil acções da espanhola Avanzit, no dia 15 de Março. Tendo reduzido assim a sua posição na Avanzit para 15 milhões de acções, representativas de 9,691% do capital social da empresa.
A Avanzit está cotada na Bolsa de Madrid e actua na área dos media, tecnologias de informação e telecomunicações.
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(2006-03-20) Semapa em 2005
A cimenteira atingiu um lucro de 399 milhões de euros em 2005, apresentando um crescimento de 11% tendo como comparação o período homólogo.
Estes valores surgem devido ao aumento de 3% face a 2004 na venda de cimentos, a venda do papel e da pasta de papel obtiveram um crescimento de 5,2%, terminando com o contributo de 39 milhões de euros nos negócios das energias renováveis.
A Semapa terminou o período com 1222 milhões de euros de dívida líquida, representando um grande decréscimo em relação ao valor registado 2105 milhões euros no exercício anterior.
De referir que quanto ao EBITDA consolidado e à margem de EBITDA foram de 727 milhões de euros do valor total, donde 427 milhões de euros são de carácter recorrente e a margem de 28%.
Para 2006 o Grupo refere que o seu objectivo para 2006, é a gestão de participações sociais.
De referir que em princípio para este ano o grupo Semapa não vai atingir os resultados registados em 2005, tendo em conta que maior parte das mais valias ocorrem no seguimento da alienação da Enersis.
Preço: €
(2006-03-20) Semapa em 2005
A cimenteira atingiu um lucro de 399 milhões de euros em 2005, apresentando um crescimento de 11% tendo como comparação o período homólogo.
Estes valores surgem devido ao aumento de 3% face a 2004 na venda de cimentos, a venda do papel e da pasta de papel obtiveram um crescimento de 5,2%, terminando com o contributo de 39 milhões de euros nos negócios das energias renováveis.
A Semapa terminou o período com 1222 milhões de euros de dívida líquida, representando um grande decréscimo em relação ao valor registado 2105 milhões euros no exercício anterior.
De referir que quanto ao EBITDA consolidado e à margem de EBITDA foram de 727 milhões de euros do valor total, donde 427 milhões de euros são de carácter recorrente e a margem de 28%.
Para 2006 o Grupo refere que o seu objectivo para 2006, é a gestão de participações sociais.
De referir que em princípio para este ano o grupo Semapa não vai atingir os resultados registados em 2005, tendo em conta que maior parte das mais valias ocorrem no seguimento da alienação da Enersis.
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(2006-03-17) Berardo aumenta para os 11,53% a sua posição na Teixeira Duarte A Teixeira Duarte informou que a Fundação Berardo adquiriu 16,1 milhões de acções, passando a deter 11,53% da empresa. A Metalgest por outro lado alienou 15,9 milhões que detinha da Teixeira Duarte. Estas operações foram efectuadas em bolsa no passado dia 13 de Março, neste momento a Fundação José Berardo passou a deter 48,43 milhões de acções representando 11,53% do capital social e dos direitos de voto.
Preço: €
(2006-03-16) Lei portuguesa poderá não estar preparada para uma contra-OPA O cenário criado por alguns investidores e analistas que indicavam que o BPI poderia avançar com uma investida sobre o BCP, iria entrar com um vazio legal no nosso mercado.
Segundo alguns juristas, nem o Código dos Valores Mobiliários , nem o Código das Sociedades Comerciais, apresentam a figura jurídica de uma «contra-OPA». Ao contrário de uma oferta concorrente, onde o CVM apresenta uma longa regulação, no caso de uma «contra-OPA» não existe nenhuma referência.
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(2006-03-15) BPI responde com uma possível contra-OPA Segundo os principais jornais, o BPI poderá responder ao BCP com uma possível compra. O BPI neste momento remeteu-se ao silêncio, enquanto prepara uma resposta à oferta não solicitada de 4,3 mil milhões de euros do BCP. Uma das hipóteses possíveis passam por uma contra-OPA por parte do BPI sobre o BCP. Os investidores e as suas reacções a esta notícia surgiram de imediato, com o BCP a iniciar em forte alta a sessão. Neste momento os títulos estão próximos dos 2,70 euros, conseguindo uma valorização de quase 6,3%.
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(2006-03-13) Acções da Impresa com potencial de queda Os títulos da Impresa podem apresentar um potencial de queda a um curto prazo, na sequência dos resultados apresentados pela empresa de media.
Os números saíram em linha com as estimativas do Banif, contudo as estimativas da empresa para 2006 foram menos optimistas que as avançadas em Novembro, no dia do investidor.
O banco indica que poderá rever o modelo, contudo sem esperar grandes alterações à visão que têm da empresa. mencionando a sua recomendação de neutral, no entanto vão manter uma recomendação negativa de curto prazo.
O banif indica um preço alvo para os títulos da Impresa de 5,54 euros, neste momento as acções são negociadas a 5,11 euros.
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(2006-03-09) Títulos da Jerónimo Martins recebem nova recomendação A Lisbon Brokers alterou a recomendação para os títulos da Jerónimo Martins de «comprar» para «manter». Isto acontece devido às questões de avaliação, onde até ontem registavam uma valorização de 10% só neste ano.
Embora a Jerónimo Martins para a Lisbon brokers seja a empresa favorita no sector do retalho, esta reitera o preço alvo de 14,50 euros por acção.
Neste momento as acções da Jerónimo Martins estão nos 13,93 euros, caindo 0.29% em relação ao fecho de ontem.
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(2006-03-08) Dinheiro que PT promete aos accionistas origina um aumento do risco da A agência Standard & Poor reviu em baixa o rating da PT, relativamente à política de remuneração dos accionistas referida na apresentação de resultados.
A agência de ratings mencionou no relatório que reduziu a notação de «A-» para «BBB+» para a dívida de longo prazo, sendo que todos os ratings estão sob observação com implicações negativas.
A análise surge na sequência do anúncio efectuado pela operadora, no dia 7 de Março, onde mencionou aumentar significativamente a remuneração dos accionistas, optimizar a estrutura de capital, vender total, ou parcialmente o acesso da rede fixa e promover um modelo de utilização partilhada da rede móvel.
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(2006-03-07) Preço alvo da Portugal Telecom sobe para 9,90 euros
Preço alvo da Portugal Telecom sobe para 9,90 euros
Segundo o Credit Suisse, o preço alvo das acções da Portugal Telecom aumenta para 9,90 euros, face aos anteriores 7,50 euros.
Contudo, o banco devido às constantes incertezas com o mercado manteve a recomendação de «neutral».
Com esta situação a Sonaecom poderá ter que elevar a sua oferta de 9,50 euros por acção.
Neste momento os títulos da PT estão a 9,88 euros, obtendo uma potencial de valorização de 0,2% em relação ao preço alvo definido.
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(2006-03-03) Sonae para diminuir os custos utiliza empresa na Holanda
Através de uma subsidiária na Holanda a Sonae vai lançar a oferta pública de aquisição sobre a Portugal Telecom, conseguindo obter uma maior flexibilidade fiscal.
A isenção no pagamento de impostos, sobre as mais-valias, em relação aos dividendos, ao selo e aos juros bancários são um conjunto de vantagens muito interessantes para a empresa de Belmiro Azevedo.
Tomando em consideração o imposto selo sobre a garantia bancária do Santander, banco que está a financiar a operação, vai permitir à Sonae poupar um valor próximo dos 57,5 milhões de euros. Visto que na Holanda as empresas estão isentas de pagamento do imposto selo, situação que não ocorre em Portugal.
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(2006-03-02) Brisa apresenta dividendos idênticos ao ano anterior A Brisa apresentou o dividendo de 0,27 euros sendoidêntico ao ano anterior. Os analistas do Espírito Santo Research consideram que o valor apresentado foi desapontante, embora os resultados da empresa estejam de acordo com as duas estimativas. Neste momento o ESR recomenda «comprar» os títulos da Brisa indicando um preço alvo de 8,60 euros por acção, apresentando um nível médio de risco.
As acções apresentam um valor de 7,39 euros, gerando um potencial de valorização na ordem dos 16,3% em relação ao preço alvo definido.
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(2006-03-01) Portugal continua a ser o mais pessimista da Europa Portugal continua a ser o mais pessimista da Europa, apesar de alcançar uma ligeira melhoria da confiança no mês passado. O índice de sentimento económico aumentou de 88,1 para 89,3 pontos. A Zona Euro recuperou segundo os dados do Instituto de estatística da União Europeia de 101,5 para 102,7 pontos.
O crescimento de Portugal ocorre mediante os sectores dos serviços, indústria e nos consumidores. Os factores negativos ocorrem em maior destaque pelo comércio a retalho, enquanto o indicador da construção mantém os mesmos valores.
Depois de Portugal, a Espanha surge logo a seguir como um dos mais pessimistas em termos de sentimento económico. Por outro lado a Polónia foi quem registou a confiança mais elevada, atingindo 150,7 pontos.
Outros indicadores interessantes referentes à Zona Euro foram a recuperação da confiança industrial que passou de -4 para -2 pontos, contudo ainda apresenta valores negativos. Por outro lado a confiança dos consumidores recuperou ligeiramente de -11 para -10 pontos.
A nível da média europeia, a subida vai além do que esperavam os economistas, e que era uma recuperação para apenas 102,2 pontos.
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(2006-02-24) Petróleo estável com a previsão de um novo aumento dos stocks O preço do petróleo está a conseguir apresentar alguma estabilidade, visto existir previsões de que os EUA vão obter um novo aumento nos stocks. Afastando desta forma o clima de inquietude resultante pelo receio dos planos nucleares do Irão e pela interrupção da produção na Nigéria. Neste momento em Nova Iorque o petróleo negoceia-se nos 60,90 dólares por barril, depois de ter caído ontem 1,73 dólares. Por outro lado em Londres o IPE Brent transacciona-se nos 60,65 por barril.
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(2006-02-23) Preço alvo da Brisa aumenta para 8,18 euros O Banif aumentou o preço alvo das acções da Brisa para os 8,18 euros face aos anteriores 7,69 euros. Este novo preço alvo surge mediante os aumentos das tarifas para 2006, o corte de custos, as mudanças com a evolução da ADT e a venda das participações da Abertis e da EDP.
Contudo mantiveram a recomendação de «neutral» para os títulos da Brisa visto considerarem que faltam estímulos a curto prazo para o preço alvo. A concessionária vai anunciar hoje os resultados, do qual o Banif espera lucros de 322 milhões de euros e uma margem EBITDA de 73,2%. Visto que a Brisa apresenta fortes ganhos este ano, não seria de esperar que a concessionaria anunciasse um dividendo acima do esperado. Os títulos da Brisa hoje iniciaram a sessão a descer 1,61% para os 7,33 euros.
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(2006-02-22) Resultados da Jerónimo Martins superam as expectativas A Jerónimo Martins atinge um lucro líquido de 110,4 milhões de euros, tendo superado as expectativas em 8,4% face às previsões dos analistas da Lisbon Brokers de 101,8 milhões de euros.
A Lisbon Brokers reforça o investimento na Jerónimo Martins colocando a empresa como Top Pick no sector de retalho em Portugal para 2006. Enumerando quatro razões fundamentais como a exposição ao crescimento do leste da Europa através da Biendronka na Polónia, a diminuição da dívida num momento de forte investimento, o programa de expansão em Portugal e um dividend yield de 3,2%. Desta forma os analistas da Lisbon brokers reforçam a recomendação de «compra» para as acções Jerónimo Martins indicando o preço alvo de 14,50 euros por título.
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(2006-02-17) Galp pronta para entrar em bolsa Murteira Nabo afirmou que a Galp está em condições de avançar para a bolsa, reforçando o papel do grupo no mercado. Indicou que esta operação vai permitir à empresa uma cultura de competitividade de mercado e de cliente.
Sobre a eventualidade da dispersão de capital poder transformar a empresa futuramente num alvo de uma Oferta Publica de Aquisição, o presidente da Galp aludiu aos acordos parassociais que garantem protecção à empresa nos próximos cinco anos. Com a entrada da Galp na bolsa o mercado vai ganhar uma nova dinâmica, que no meu ponto de vista será extremamente interessante.
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(2006-02-16) Estado endividou-se 450 milhões euros em Janeiro O Estado apresenta um défice na ordem dos 450,6 milhões de euros para Janeiro de 2006. Este valor encontra-se influenciado pelo comportamento atípico do primeiro mês do ano, que apresentou uma taxa de variação homóloga de 20,6%.As principais razões que justificam este aumento ocorrem devido à despesa de Janeiro processar-se pela referência inicial de 2005, o diferente padrão das despesas com juros e outros encargos da divida e por ultimo devido às transferências para a União Europeia e Administração Regional. Por outro lado a receita teve um crescimento de 5,7%, sendo de salientar o comportamento das receitas fiscais que obtiveram um aumento de 8,7%.
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(2006-02-15) Em caso de sucesso da OPA a avaliação da Sonae SGPS pode aumentar até 2,10 euros Com Belmiro de Azevedo à frente dos destinos e com a aquisição de 50,01% da PT , o preço-alvo da Sonae poderá subir de 1,30 euros até aos 2,10 euros.
A Lisbon Brokers defende que a gestão de Belmiro de Azevedo merece «um prémio pelo seu historial de criação de valor accionista».Tendo avaliando a Sonae SGPS em 2,65 mil milhões de euros que é equivalente aos 1,30 euros por acção. Contudo atribuindo um rácio de sucesso de 50% à OPA, adquirindo 50,01% da Portugal Telecom e com Belmiro de Azevedo à frente da nova identidade PT, incluindo a sua integração no universo do Grupo Sonae, as acções da Sonae passam para 1,80 euros e a avaliação da PT atinge 12,5 mil milhões de euros correspondente a 11 euros por acção. Com estes parâmetros a Sonae estaria a entrar na PT com um valor de desconto de cerca de 14% em relação ao valor justo da operadora. Logo podemos concluir que o Grupo Sonae vai conseguir retirar ainda mais valor da PT do que se conseguiu avaliar. Dessa forma podemos prever que a avaliação da Sonae poderá chegar a um valor de 2,10 euros por acção. Neste momento a palavra de ordem é comprar para os títulos da Sonae visto se a OPA se concretizar vai existir uma grande valorização das acções.
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(2006-02-14) Sonae a subir mais de 6% faz Bolsa fechar em alta A Sonae avançou 6,56% atingido 1,3 euros, evitando um desfecho negativo da principal bolsa nacional.Num dia em que se conheceram mais concorrentes na corrida da Portugal Telecom, Miguel Pais do Amaral e vários grupos de private equity. A subsidiária Sonaecom acompanhou a casa mãe e aumentou 3,89%, chegando aos 3,74 euros. Por outro lado, a PT Multimédia chegou aos 9,9 euros apresentando uma subida de 0,2%. Neste momento o mercado mostra acreditar que o valor oferecido pela PT Multimédia, ainda está longe do valor da empresa.
Na banca o BCP, o BPI e o BES tiveram ganhos, no entanto modestos. O maior destaque vai para o BPI que atingiu ganhos na ordem 0.91% chegando aos 4,44 euros. A liderar as descidas esteve a Semapa recuando 0.95% e a Altri 0.69% .
Os principais mercados europeus acabaram o dia com ganhos mantendo uma tendência positiva. O DAX alemão trepou 0,96%, o CAC 0,79%, o FTSE 0,51% e o IBEX 0,73%.
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(2006-02-13) Oferta da Sonae pela PT é difícil de superar
A AR Telecom pode estar a estudar uma contra-oferta aos 9,5 euros por titulo da Sonae e que o presidente da AR poderá estar a pensar em juntar-se a um grupo investidor para comprar a PT ou as acções que a Sonae for forçada a vender caso a sua OPA seja concretizada com sucesso. No entanto os analistas do Ibersecurities mantêm o seu preço alvo de 10 euros para os títulos da operadora e tendo o BES negado outra vez o seu interesse em fazer uma oferta concorrente, neste momento a oferta da Sonae pela Portugal Telecom vai ser bastante difícil de superar. As acções da PT continuam a subir estando neste momento nos 9,62 euros.
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(2006-02-13) Acções da EDP devem continuar a subir
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(2006-02-10) Acções da EDP devem continuar a subir O Citigroup subiu o preço-alvo das acções da EDP para 3,25 euros e indicou que os títulos devem continuar a subir. Representando um potencial de valorização superior a 16%, segundo os dados apresentados. Na avaliação efectuada à EDP de 11,924 mil milhões de euros, Portugal representa 56%, Espanha 22% e o Brasil 12%. As perspectivas para o sector eléctrico ibérico são favoráveis devido à estimativa de preços mais elevados para a electricidade, a subida do preço do petróleo e melhor visibilidade da regulação. Dessa forma a recomendação é «comprar», sendo indicado um baixo perfil de risco.
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(2006-02-09) OPA sobre PT já originou ganhos de 2 mil milhões de euros em bolsa
A ofensiva surpresa de Belmiro de Azevedo sobre a PT originou um elevado volume de ganhos aos accionistas das empresas envolvidas. Contudo o desfecho da Oferta Pública de Aquisição do Grupo Sonae sobre a PT ainda está longe de ser conhecido. Segundo contas efectuadas verificamos que a capitalização bolsista das empresas envolvidas no negócio ascende a 2,148 mil milhões de euros. Com especial responsabilidade da Portugal Telecom que acumulou um ganho de 18,6% em 2 dias. No entanto o valor de 9,70 euros dos títulos do Portugal Telecom ainda estão abaixo da oferta da Sonae. Visto a empresa já ter previsto o pagamento de um dividendo correspondente a 0.385 euros. Aguardamos brevemente novas movimentações que vão certamente agitar este processo.
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(2006-02-08) Sonae manifestou ao Governo disponibilidade para manter a «golden share» do Estado na PT A Sonae diz-se disponível para manter a «golden share» do Estado caso tenha sucesso na OPA lançada sobre a Portugal Telecom. Paulo Azevedo presidente da Sonaecom na conferência de imprensa de apresentação da operação, indicou a disponibilidade para manter a «golden share» ou a possibilidade de a substituir por outra participação que garanta direitos importantes por um período mais alargado. O Governo só irá decidir sobre a atitude a tomar referente à Oferta Pública de Aquisição depois de ser apreciada pela Autoridade da Concorrência. Contudo a Sonae apanha o Estado num momento em que se encontra particularmente fragilizado no contexto actual. Não podemos esquecer que recentemente o Governo levou um “cartão amarelo de Bruxelas” por manter golden shares. De relembrar que uma OPA não se limita ao chamado "free float", isto é, às acções em negociação no mercado, visando igualmente os accionistas, maiores ou menores.
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(2006-02-07) OPA levantada pela Sonae sobre a PT
A Sonae delineou uma boa estratégia de ataque, com o modelo da OPA. Contudo penso que esta medida é unicamente o início da luta pelo controlo da operadora. O valor da oferta é demasiado baixo tendo em linha de conta a avaliação 12,5 mil milhões de euros face à oferta da Sonae de 10,7 mil milhões. Logo os investidores privados domésticos podem pretender um preço mais aliciante pelas suas acções. A Sonae lançando sobre o líder do segmento, a PT, uma Oferta Pública de Aquisição pretende colmatar a evolução lenta da sua subsidiária Sonaecom no sector das telecomunicações.
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(2006-02-06) ACS vendeu 45% do capital que detinha da Sopol A venda realizou-se no dia 31 de Janeiro e foi feita a investidores nacionais. Dessa forma a ACS realizou 30 milhões de euros, referentes à venda de 45% do capital que detinha da empresa portuguesa Sopol.
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(2006-02-03) Recomendação de «neutral» para os títulos do BES Ontem o BES revelou os resultados referentes a 2005, indicando lucros de 280,5 milhões de euros. Apresentando valores acima do consenso de mercado e das estimativas do Banif que indicava 273,6 milhões de euros.
Contudo o Banif informa que esta ligeira subida não foi suficiente para afastar o peso excessivo dos ganhos face ao que foi negociado. Dessa forma o Banif mantém o seu preço alvo de 13,39 euros por título.
Neste momento as acções do BES estão nos 13,52 euros, contudo teremos que aguardar até ao fecho para ver o comportamento desenvolvido.
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(2006-02-02) Inflação espanhola sobe a um ritmo elevado Em Janeiro a inflação espanhola subiu ao ritmo mais elevado dos últimos seis anos. Esta alteração é originada pela valorização dos preços da energia.
Segundo o instituto de estatística espanhol os preços no consumidor aumentaram 4,2% em relação ao ano anterior em igual período.
O ministro das finanças espanhol anunciou que o crescimento económico vai abrandar para 3,3% este ano.
De acordo com os economistas a inflação na Zona Euro provavelmente acelerou para 2,4% em Janeiro contra os 2,2% apresentados em Dezembro.
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(2006-02-01) O preço do petróleo está a cair Com a OPEP a decidir manter os níveis de produção e pela expectativa que nos EUA as reservas aumentem, o preço do petróleo está a diminuir fugindo dos 68 dólares por barril.
Existindo a informação que o mercado está bem abastecido de crude e que a situação geopolítica no Irão e Nigéria acalmou, é um forte indicador para que mantenha este comportamento.
Em Londres transacciona-se o IPE Brent por 64,67 dólares o barril, apresentando uma queda de 76 cêntimos. Já em Nova Iorque o petróleo é negociado a menos 37 cêntimos caindo para os 67 dólares por barril.
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(2006-01-31) Recomendação para comprar Jerónimo Martins A Lisbon Brokers recomendou passagem de «manter» para «comprar» em relação às acções da Jerónimo Martins. Tendo subido o preço alvo para os 14,50 euros, apresentando uma subida do preço alvo em 6,6%. Segundo os analistas, a Jerónimo Martins pode oferecer um investimento seguro. Visto apresentar determinadas características específicas, como um crescimento internacional sólido e uma exposição às economias da Europa do Leste. Juntando a isto um risco reduzido, devido a um nível de dívida baixo num contexto de aumento de taxas de juro. Desta forma a segunda maior retalhista nacional apresenta indicadores favoráveis aos investidores.
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(2006-01-30) Moeda única europeia sobe face ao dólar Com a divulgação de um relatório que indicava que o Produto Interno Bruto dos EUA cresceu unicamente 1,1% no último trimestre de 2005, e sendo o valor mais baixo dos últimos três anos, fez o dólar perder terreno. Os analistas apontavam para 2,8% de crescimento, contudo o resultado real foi bastante abaixo. Este dado indica que o crescimento da economia norte-americano desacelerou mais do que o esperado. Com estes valores os investidores reagiram com uma posição de venda da moeda norte-americana. Neste momento o Euro está a valer 1,2214 dólares, face aos anteriores 1,2207 dólares.
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(2006-01-27) Brisa vende 534.086 acções próprias privatizadas Ao preço unitário de 7,20 euros, a Brisa vendeu 534.086 acções próprias privatizadas, e comprou o mesmo número de acções próprias não privatizadas, ao preço de 7,18 euros.
Tendo sido uma forma da concessionária efectuar a gestão financeira da sua carteira de acções próprias, neste momento a Brisa detém 5.044.204 acções próprias.
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(2006-01-26) BCP elege os títulos da Impresa como os que apresentam maior potencial de valorização. O BCP Investimento indicou a Impresa como aquela que apresenta um maior potencial de valorização face ao seu preço alvo, de entre outras quatro, na sua revisão semanal.
Para a Impresa foi estabelecido o preço alvo de 6,10 euros, que face ao valor que apresentam nesta altura, de 5,05 euros, atinge um potencial de valorização de 21%. Não deixando de indicar que apresenta um risco alto.
No segunda lugar, encontra-se a Portugal Telecom com o preço alvo de 9,85 euros, que face ao valor que apresentam neste momento o preço de 8,24 euros, apresenta um potencial de 20% e um nível de risco médio.
De seguida está a Novabase, com o preço alvo de 7,45 euros e apresentando o seu preço de 6,38 euros, obtém o potencial de 17%, tendo sido indicado um risco alto.
Por ultimo encontramos a Sonae SGPS, com o preço alvo de 1,37 euros e preço actual de 1,21 euros, apresenta um tipo de risco médio e uma de valorização de 13%, da mesma forma que a Sonae Indústria, que tem um preço alvo de 7,50 euros e neste momento o preço de 6,66 euros.
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(2006-01-24) Compra da Cesa pode ser negativa para a EDP
A possibilidade da EDP entrar na corrida para a compra da espanhola da Cesa pode vir a ser negativa para a empresa portuguesa.
Numa altura que a Acciona já avançou com uma oferta de 1,6 milhões de euros, a EDP apresentar uma proposta para a compra do operador eólico espanhol, deverá gerar um impacto negativo nos títulos da empresa portuguesa.
Contudo ainda é muito cedo para avaliar o impacto desta compra, até porque não foi confirmado oficialmente a proposta da EDP na Cesa e não se sabe qual o seu valor. Existindo a possibilidade de ser um pagamento excessivo.
No caso deste negócio concretizar-se a EDP aumenta a produção de energia eólica, podendo atingir valores a rondarem os 18% de quota neste segmento do mercado espanhol.
Entretanto nesta altura a recomendação é «acumular» para os títulos da eléctrica portuguesa, visto o BPI ter atribuído um preço alvo de 2,75 euros. As acções da EDP apresentam um valor 2,72 euros.
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(2006-01-20) Euro volta a perder terreno Com a notícia referente aos gastos dos consumidores da segunda maior economia da Zona Euro, a França, a moeda única mantém a tendência de desvalorização face ao dólar. Esta situação ocorre devido aos gastos terem registado a queda mais acentuada dos últimos sete meses no mês de Dezembro. O euro tem sido penalizado ao longo da semana pela especulação de que o Reserva Federal dos Estados Unidos ainda vai aumentar mais duas vezes os juros, que actualmente estão nos 4,25%, alargando o diferencial da remuneração do dinheiro com a Europa. A taxa de juro de referência situa-se nos 4,25% na Zona Euro.
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(2006-01-19) Portugal tem quase 500 mil desempregados O Instituto de Emprego e Formação Profissional tem, actualmente, 479 373 inscritos. Ou seja, quase 500 mil portugueses estão desempregados, o que representa um aumento de 2.2% em relação ao ano de 2004.
No entanto, no passado mês de Dezembro houve uma quebra no desemprego face ao mês anterior (menos 6 938 pessoas inscritas). Segundo o Ministério do Trabalho, esta redução é a maior, em termos absolutos, desde 1990.
De entre os inscritos, regista-se um aumento muito significativo de licenciados. Mais de 43 mil inscritos nos Centros de Emprego possuem uma licenciatura, o que constitui uma subida de 15.9% em relação ao ano anterior.
Estes dados contrariam a ideia de que em Portugal não há pessoas qualificadas. Elas existem e em grande número mas o mercado não é capaz de as absorver. É por isso tempo de reflectir e perceber o porquê de as empresas nacionais não serem capazes de aproveitar tantos trabalhadores qualificados.
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(2006-01-18) Preço do petróleo continua a subir A incerteza que se vive em relação ao Irão e ao possível desenvolvimento do seu plano nuclear levou o preço do petróleo a subir novamente, já que a referida situação poderá levar à interrupção das exportações de crude do país asiático.
Para tentar resolver a situação, a França, a Alemanha e o Reino Unido convocaram uma reunião de emergência com a Agência Internacional de Energia Atómica, que realizar-se-á nos próximos dias 2 e 3 de Fevereiro, na Áustria.
Em Nova Iorque o crude está a ser negociado a 64.77 dólares por barril, enquanto em Londres o IPE Brent negoceia-se a 63.55 dólares por barril.
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(2006-01-17) Ordens de bolsa atingem os 107 mil milhões de euros em 2005 A Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) divulgou que, entre Janeiro e Dezembro de 2005, as ordens de bolsa recebidas pelos intermediários financeiros portugueses atingiram os 107 mil milhões de euros. Só no passado mês de Dezembro as ordens alcançaram os 9.5 mil milhões de euros, o que representa uma variação mensal positiva de 0.5%.
Ainda segundo a mesma fonte, do total de ordens recebidas no último mês do ano, 61.7% tiveram como destino o mercado português, seguindo-se o mercado francês e espanhol. No que concerne à repartição da recepção de ordens por intermediários financeiros, o BESI, a Fincor, a Caixa BI, o Millennium BCPI e a Lisbon Brokers intermediaram 52.1% do volume total de ordens.
Importa ainda referir que o volume de ordens recebidas através da Internet situou-se em 2005 nos 6 404 milhões de euros, o que significa mais 15.1% do que no ano anterior. Tal significa que os investidores portugueses recorrem cada vez mais às novas tecnologias e aproveitam as suas vantagens.
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(2006-01-16) Acções da EDP em alta Depois de vários anos sem grandes resultados, as acções da EDP dispararam. Na verdade, nas últimas oito sessões da Bolsa de Lisboa a EDP subiu em sete, o que por si só é um feito notável. As acções da companhia de electricidade atingiram mesmo o valor mais alto desde Agosto de 2001.
Os analistas apontam algumas razões para esta subida tão repentina e acentuada. Há, por exemplo, quem mencione a descida de preço da electricidade para os clientes empresariais como um dos factores da subida; por seu lado, outros especialistas ressalvam o fim de algumas dúvidas, nomeadamente acerca da administração da empresa e da sua organização num futuro próximo. E há ainda a hipótese de, mais dia menos dia, a EDP se aproximar de uma congénere espanhola o que, para os investidores, é bastante aliciante.
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(2006-01-13) Portugueses daqui a dez anos O Ministro das Finanças e Administração Pública, Fernando Teixeira dos Santos, afirmou no programa “Prós e Contras”, da RTP, que daqui a apenas dez anos o Estado não terá dinheiro suficiente para pagar as reformas.
O Ministro ressalva que esta situação acontecerá caso o modelo actual da Segurança Social não seja alterado, razão pela qual refere que urge reformular a instituição para que esta não se torne insustentável daqui a uma década.
Será que a medida vai passar por transferir o modelo existente, para um sistema alternativo fornecido por uma empresa privada.
Contudo teremos que aguardar, para verificar quais as medidas adoptadas e o impacto social dessas mesmas politicas.
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(2006-01-12) BCP vende Interbanco por 110 milhões de euros O BCP concluiu o processo de alienação da participação de 50.001% do capital social do Interbanco, S.A. ao Santander Consumer Finance. A operação aconteceu na sequência da obtenção das necessárias autorizações regulamentares e envolveu a quantia de 110 milhões de euros.
De referir que a presente transacção será registada já no primeiro trimestre de 2006.
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(2006-01-10) Preço do ouro atinge valor histórico O preço do ouro atingiu ontem o valor mais elevado dos últimos 25 anos, já que a onça de ouro subiu para 544.60 dólares, ou seja, mais 4.65 dólares em relação ao valor da última sessão do London Bullion Market. Desde Janeiro de 1981 que o metal amarelo não atingia um valor tão elevado.
Os analistas atribuem esta subida às notícias que dão conta que a China irá reforçar as suas reservas de ouro. Na verdade, o Banco Central da China revelou na semana passada que irá explorar novas formas de gerir as suas reservas, o que levou muitos especialistas a considerarem que a China poderá preferir o ouro em vez de, por exemplo, o dólar.
Refira-se que, durante o ano de 2005, o valor do ouro subiu 18%.
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(2006-01-05) Banco de Portugal revê previsões em baixa O Banco de Portugal reviu em baixa as previsões de crescimento da economia portuguesa para o ano de 2006. Se a anterior previsão apontava para um crescimento de 1%, agora o Banco de Portugal estima que a economia nacional não crescerá mais do que 0.8%.
Esta é, portanto, uma visão ainda mais pessimista do que a anterior mas as más notícias não ficam por aqui. O Banco de Portugal estima ainda que a inflação se situe nos 2.5%, sendo que anteriormente apontava para um valor na ordem dos 2.3%.
Desta forma, e dado que já são conhecidos os valores dos aumentos salariais, assim como os aumentos de muitos bens essenciais, os portugueses vão perder ainda mais poder de compra.
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(2006-01-04) Desemprego desce na Alemanha A Alemanha registou, no passado mês de Dezembro, a maior queda dos últimos quinze anos no número de desempregados. O número total é agora de 4.64 milhões, ou seja, houve uma descida de 110 mil em relação ao mês anterior. A taxa de desemprego situa-se, então, nos 11.2%, contra os 11.4% anteriores. Desde Outubro de 1990 (altura em que aconteceu a reunificação da Alemanha) que não havia registo de uma queda mensal tão acentuada.
Os analistas apontam o tempo ameno como o principal responsável pela descida do desemprego, já que permitiu a contratação de muitas pessoas para o sector da construção (considerada a maior impulsionadora de emprego na Alemanha).
O ano de 2006 começa assim com uma boa notícia para a Alemanha e, consequentemente, para o resto da Europa, já que o país é a maior economia da União Europeia.
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(2006-01-03) Previsões económicas para 2006 O ano de 2006 promete continuar a ser de crise para os portugueses, já que todas as previsões apontam para que Portugal registe um crescimento de 1%, ou seja, um valor bastante longe da média europeia e muito aquém do que seria necessário para a retoma económica do país.
As várias previsões não são nada animadoras para Portugal: a Comissão Europeia prevê um crescimento de 0.8%, enquanto que o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco de Portugal apontam para um crescimento de 1%. Desta forma, Portugal será o país com pior desempenho tanto na União Europeia como na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).
Assim sendo, e pelo sexto ano consecutivo, os portugueses vão ficar mais pobres em relação aos outros países membros. A agravar este cenário, prevê-se também que o desemprego e os juros aumentem, o que representará mais um rombo no orçamento familiar. Em relação ao desemprego, estima-se mesmo que volte a subir e que atinja os 7.7%, situação que se deverá manter até 2008, ano em que se espera que a economia portuguesa dê realmente sinais de retoma.
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(2006-01-02) Balanço de 2005: dólar ganha terreno No início de 2005 a maior parte dos analistas apostava na continuação da queda do dólar e acreditava na possibilidade da moeda atingir um mínimo histórico. Esta crença baseava-se no facto do dólar contar com três anos seguidos de perdas face ao euro, além da conta corrente dos EUA apresentar um défice de cerca de 198,7 mil milhões de dólares.
No entanto, a realidade foi bem diferente. A moeda norte-americana surpreendeu tudo e todos e registou uma forte valorização. Tal foi uma consequência das subidas do preço do dinheiro por parte da Reserva Federal dos Estados Unidos e da subida das taxas de juro de referência, que dispararam dos 2,25% para os 4,25%. Desta forma o dólar atingiu o melhor desempenho desde 1999 em relação ao euro, quebrando assim todas as previsões e conseguindo atingir uma valorização de mais de 12% no ano que agora terminou.
Dado o comportamento inesperado do dólar, o ano de 2005 acabou por ser bastante complicado para os investidores do mercado cambial, que não contavam com esta mudança.
Os principais analistas voltam agora a apostar que o dólar perderá novamente terreno em relação ao euro. Iremos ver então se, em 2006, os analistas irão acertar ou se, pelo contrário, o dólar voltará a surpreender.
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(2006-01-02) Variação positiva para o título J. Martins
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(2005-12-30) Sonae SGPS em recuperação Após uma semana em queda da Sonae SGPS (-21,33%) esta apresenta sintomas de recuperação.
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